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    ENERGIA – POLÍTICAS, INOVAÇÃO E NEGÓCIOS A Carboneutral, Lda é a entidade organizadora do Congresso Internacional “Energia – Políticas, Inovação e Negócios”, que irá decorrer de 29 de Novembro a 1 de Dezembro no Forte de Santiago da Barra em Viana do Ca...

Notícias

 

Contabiliza os desperdícios da sua empresa?


2014-09-24
O projeto EFICOPE, promovido pelo CEC e pela UERN, pretende identificar medidas de redução de consumo de recursos em empresas industriais e consequentemente a redução dos custos de operação, procurando a melhoria da competitividade das PME. Em Portugal cada empresa industrial gera em média 153 Ton de resíduos industriais por ano. Uma parte significativa destes resíduos traduzem-se em desperdício para a empresa. Para al&eacu..."">


Contabiliza os desperdícios da sua empresa?


2014-09-24

O projeto EFICOPE, promovido pelo CEC e pela UERN, pretende identificar medidas de redução de consumo de recursos em empresas industriais e consequentemente a redução dos custos de operação, procurando a melhoria da competitividade das PME.

Em Portugal cada empresa industrial gera em média 153 Ton de resíduos industriais por ano. Uma parte significativa destes resíduos traduzem-se em desperdício para a empresa. Para além destes, as empresas utilizam recursos relevantes, como por exemplo a energia e a água, que também se traduzem muitas vezes em desperdício. 

O objetivo do projeto é identificar as fontes de desperdício e as respetivas medidas para a sua redução para cada setor da indústria. 

Assim, apelamos à sua participação neste projeto respondendo ao questionário “Contabiliza os desperdícios da sua empresa?” que alerta para as diferentes áreas de poupança. Caso pretenda mais informação, inscreva-se no final do questionário, disponível neste local.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Economia Verde
Projecto: EFICOPE
 

Show me the money!


2014-09-17
Será que as normas têm impacto nos resultados de uma empresa? Resposta curta: Sim, têm. Nesta edição da ISOfocus, dá-se a conhecer algumas das formas de as normas oferecerem oportunidades para um crescimento económico. Destaca-se como as empresas - grandes e pequenas - podem calcular as economias e os benefícios que conseguem atualmente - o que equivale a uma gritante 5% da receita da empresa em alguns casos. ..."">


Show me the money!


2014-09-17

Será que as normas têm impacto nos resultados de uma empresa? Resposta curta: Sim, têm.

Nesta edição da ISOfocus, dá-se a conhecer algumas das formas de as normas oferecerem oportunidades para um crescimento económico. Destaca-se como as empresas - grandes e pequenas - podem calcular as economias e os benefícios que conseguem atualmente - o que equivale a uma gritante 5% da receita da empresa em alguns casos.



FONTE: ISO
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Primeiro trabalho de Gaspar no FMI: subir impostos da energia


2014-09-07
O primeiro trabalho de Vítor Gaspar como diretor de assuntos orçamentais do Fundo Monetário Internacional (FMI) foi dar a cara por um estudo de quase 200 páginas sobre como aumentar os impostos da energia que recaem sobre "famílias e empresas", incentivar as boas práticas ambientais e aumentar a eficiência dos sistemas fiscais, onerando a poluição.   O ex-ministro das Finanças português, que ficou con..."">


Primeiro trabalho de Gaspar no FMI: subir impostos da energia


2014-09-07

O primeiro trabalho de Vítor Gaspar como diretor de assuntos orçamentais do Fundo Monetário Internacional (FMI) foi dar a cara por um estudo de quase 200 páginas sobre como aumentar os impostos da energia que recaem sobre "famílias e empresas", incentivar as boas práticas ambientais e aumentar a eficiência dos sistemas fiscais, onerando a poluição.

 

O ex-ministro das Finanças português, que ficou conhecido pelo seu "enorme aumento de impostos" para cumprir os limites do programa de ajustamento da troika em Portugal, volta ao tema em que é grande especialista: como aumentar de a receita fiscal de uma forma ecologicamente responsável.
Gaspar demitiu-se em julho de 2013 do governo, ficou um ano no Banco de Portugal e em junho passado foi para diretor da área de assuntos orçamentais do Fundo, em Washington.
Desta feita, o alvo do FMI não é diretamente Portugal (embora acabe por ser, uma vez que o país adota boa parte das recomendações da instituição, tendo já em curso uma reforma da fiscalidade verde).
Os países em desenvolvimento são, para já, os alvos preferenciais, devido aos elevados índices de consumo de combustíveis fósseis, nomeadamente de carvão. "Albânia, China, Costa Rica, Jordânia, Indonésia, Mali, Maurícia e Iémen", nomeou Vítor Gaspar.
"Os subsídios à energia têm enormes custos orçamentais, são maus para o ambiente e há formas muito mais eficazes de ajudar os pobres", começou por referir o dirigente do Fundo na apresentação do livro "Perceber bem os preços da energia: do princípio à prática", publicado a 31 de julho.
O economista defendeu que "é preciso enfatizar a necessidade de ir além do fim dos subsídios e garantir que os custos ambientais do uso dos combustíveis, como as mudanças climáticas, os riscos para a saúde devido à poluição do ar e aos centros urbanos congestionados, são refletidos nos preços que as famílias e as empresas pagam".
Explicou depois que a ideia não passa apenas por aumentar impostos. "Estas reformas dos impostos da energia, com o fim gradual [phase out] dos subsídios tradicionais, também permitem reduzir outros impostos e aumentar a eficiência dos sistemas fiscais".
E deu exemplos. O FMI apoia "uma potencial cooperação internacional, incluindo taxas sobre os combustíveis da aviação e marítimos". "Também iremos trabalhar sobre os custos orçamentais dos subsídios da água."
Conclusão: "As reformas fiscais dos combustíveis podem dar benefícios substanciais ao nível da saúde, do ambiente e orçamental." "De acordo com as nossas estimativas, passar dos preços existentes para preços eficientes, a nível global, poderia reduzir o número de mortes relacionadas com combustíveis fósseis [petróleo, carvão e gás] em 63%, a maioria por redução de mortes relacionadas com carvão; diminuir em 23% as emissões de carbono; e aumentar receitas [fiscais e outras] em 2,6% do produto interno bruto", contabilizou o diretor do FMI.



FONTE: Dinheiro Vivo
SERVIÇO: Economia Verde
 

ZEB, um edifício zero emissões que produz mais do que gasta


2014-09-05
Edifício piloto localizado na Noruega deve estar pronto no dia 17 de Setembro e quer funcionar como um laboratório e incentivar a construção sustentável. Há algum tempo que a sustentabilidade dos edifícios se tornou um item a preencher quando os profissionais da área da construção projectam casas. Na Noruega, está a ser construída uma casa ZEB (Zero Energy Building), que deve ser inaugurada no dia 17 de Setemb..."">


ZEB, um edifício zero emissões que produz mais do que gasta


2014-09-05

Edifício piloto localizado na Noruega deve estar pronto no dia 17 de Setembro e quer funcionar como um laboratório e incentivar a construção sustentável.

Há algum tempo que a sustentabilidade dos edifícios se tornou um item a preencher quando os profissionais da área da construção projectam casas. Na Noruega, está a ser construída uma casa ZEB (Zero Energy Building), que deve ser inaugurada no dia 17 de Setembro e cumprir o desígnio desta norma construtiva: ser um edifício sem emissões de gases poluentes que produz mais energia do que aquela que gasta.
 
A casa familiar de 220 metros quadrados que está a ser construída quer cumprir requisitos exigentes. Comparativamente com a Passivhaus, outra norma sustentável que já tem uma associação em Portugal, a ZEB quer acrescenta à lista de requisitos a obrigatoriedade de incorporar materiais que gerem mais energia do que a que foi utilizada para a produção dos materiais de construção, a construção em si e utilização, ou seja, produzir mais do que aquilo que gasta.
 
O edifício norueguês, com design do estúdio Snøhetta, foi projectado não só para gerar energia capaz de abastecer a casa e compensar a energia gasta durante a construção mas também para ser alimentar um carro eléctrico por um período de pelo menos 20 mil quilómetros por ano.
 
A casa é composta por um volume inclinado revestido de metal e apresenta um espaço vazio no meio, onde há um pátio. O telhado apresenta placas fotovoltaicas, muito importantes para alcançar os objectivos da norma, e no interior há vários espaços que podem ser utilizados durante todo o ano, árvores de frutos, uma pequena horta e chuveiros e uma pequena piscina exterior, ambos aquecidos com energia solar.
 
Apesar de ser uma casa familiar, este edifício pretende funcionar como uma plataforma de investigação para o desenvolvimento da norma ZEB.

 

 



FONTE: Público
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Copenhaga, capital da Dinamarca, quer ser a primeira cidade do mundo sem emissões de CO2, em 2025.


2014-08-25
O que é mais surpreendente é que os políticos de Copenhaga declararam, com segurança, que o corte de CO2 acabará por tornar a cidade e os seus cidadãos mais prósperos, já que os investimentos em energia verde acabarão por compensar a subida dos preços dos combustíveis fósseis. Mas como é que limitar deliberadamente as opções de alguém pode melhorar as suas perspectivas? Isto soa a argu..."">


Copenhaga, capital da Dinamarca, quer ser a primeira cidade do mundo sem emissões de CO2, em 2025.


2014-08-25

O que é mais surpreendente é que os políticos de Copenhaga declararam, com segurança, que o corte de CO2 acabará por tornar a cidade e os seus cidadãos mais prósperos, já que os investimentos em energia verde acabarão por compensar a subida dos preços dos combustíveis fósseis. Mas como é que limitar deliberadamente as opções de alguém pode melhorar as suas perspectivas? Isto soa a argumentos dos militantes verdes – e o mais provável é que estejam errados.

 

O primeiro desafio que Copenhaga enfrenta no seu objectivo de reduzir a zero as emissões de carbono é a falta de alternativas económicas para alguns emissores de CO2, especialmente os automóveis. A Dinamarca já oferece o maior subsídio do mundo para carros eléctricos, isentando-os do imposto de registo automóvel de 180%. Para o carro eléctrico mais popular, o Nissan Leaf, esta isenção é de 63 mil euros. No entanto, apenas 1.536 dos 2,7 milhões de carros da Dinamarca são eléctricos.

 

Existe também o desafio inerente à electricidade gerada pelo vento: garantir que a cidade pode continuar a funcionar quando o vento não está a soprar. Para resolver este problema, Copenhaga teve que elaborar uma estratégia de produção de energia que lhe permite, por vezes, funcionar com recurso ao carvão, quando necessário, sem a criação de emissões líquidas.

 

O plano da cidade é a construção de mais de 100 turbinas eólicas dentro da área metropolitana de Copenhaga e nas águas pouco profundas que a rodeiam. Com uma potência combinada de 360 ??megawatts, que irá alimentar eletricidade na rede, essas turbinas mais do que cobrirão as necessidades de energia eléctrica de Copenhaga – sendo que o excedente pode ser utilizado para compensar as restantes emissões de CO2 da cidade, incluindo as geradas pelos milhões de automóveis não eléctricos.

 

O sucesso de Copenhaga depende, assim, das áreas circundantes que não partilham o objectivo de neutralidade de CO2. Afinal de contas, o exercício de contabilidade, no seu conjunto, só funciona se os outros ainda estiverem a utilizar combustíveis fósseis que o poder imprevisível do vento de Copenhaga possa substituir. Neste sentido, Copenhaga está a aproveitar a oportunidade de mostrar superioridade.

 

Os líderes políticos da cidade garantem que esta estratégia para alcançar a neutralidade de carbono "fornece um quadro económico global positivo e vai trazer benefícios económicos para os habitantes de Copenhaga" com base na expectativa de que os preços de fontes de energia convencionais, como o carvão, petróleo e gás vão subir no próximo ano. No entanto, a justificação mais frequente deste pressuposto - que a humanidade está a esgotar rapidamente estes recursos escassos - é incompatível com os acontecimentos do mundo real, já que inovação tem ampliado efectivamente as reservas de petróleo, gás e carvão para níveis sem precedentes nos últimos anos.

 

Consideremos o plano de turbinas eólicas de Copenhaga, a maior fonte esperada de poupança. O custo total estimado da construção e manutenção é de 919 milhões de dólares. Mesmo assumindo um grande imposto sobre o carbono, ele representa uns escassos 142 milhões de dólares, o que significa que o valor do projecto - 261 milhões em poupanças – provém, em grande parte, dos 1,04 mil milhões de dólares poupados no pagamento de electricidade. 

 

Ainda que pareça impressionante, depende de um enorme aumento de 68% no preço da electricidade produzida a partir de combustíveis fósseis até 2030 e Copenhaga não é a única a fazer tais suposições; o Departamento de Energia e Mudanças Climáticas do Reino Unido estima um aumento dos preços de 51% em 2030.

 

É provável que estas projecções sejam irrealistas. Vejamos as tendências de longo prazo dos preços do carvão e do gás, que alimentam uma grande parte da produção mundial de electricidade. Apesar do aumento recente, os preços reais do carvão têm registado uma tendência de queda desde 1950.

 

Nos Estados Unidos, a revolução do gás de xisto, facilitada pelo desenvolvimento da fracturação hidráulica ("fracking"), conduziu os preços para os níveis mais baixos desde que o gás natural ganhou destaque após as crises do petróleo da década de 1970. Na medida em que muitos mais países se estão a preparar para explorar as reservas de gás de xisto na próxima década, esta tendência deverá continuar, ajudando a reduzir ainda mais o custo da produção de electricidade. Por esta razão, o centro de análise de dados sobre os mercados energéticos, Aurora Energy Research, estimou recentemente uma queda significativa nos preços da electricidade para as próximas três décadas.

 

A tecnologia de fracturação hidráulica também permitiu aos EUA usarem as suas grandes reservas de óleo de xisto, tornando-se o maior produtor de petróleo do mundo, à frente da Arábia Saudita. O Citigroup estima que, até 2020, o petróleo custará apenas 75 dólares por barril, enquanto o ex-director de previsões internacionais da OCDE sugere que o número pode estar mais perto dos 50 dólares.

 

Isto é inconveniente para os mandarins do clima no Reino Unido e Copenhaga, porque reduz o fascínio pela energia limpa. Mesmo que os preços da electricidade gerada por combustíveis fósseis permaneçam constantes, as turbinas eólicas de Copenhaga serão uma perda. Se a previsão da Aurora estiver correcta, o projecto eólico de Copenhaga seria um enorme fracasso, custando 50% mais do que o valor da electricidade economizada.

 

Em vez de permitir que os políticos gastem dinheiro público em projectos climáticos baseados em previsões incertas e remotas, os cidadãos deviam exigir aos seus líderes que investissem esses recursos em pesquisa e desenvolvimento de energia limpa, com o objetivo de tornar o preço das energias renováveis ??baixo o suficiente para superar os combustíveis fósseis no mercado. Por mais maravilhosas que pareçam, iniciativas como a de Copenhaga são, em última análise, pouco mais do que projectos de vaidade muito caros.



FONTE: Jornal de negocios
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

A UE propôs objetivos de reciclagem mais exigentes


2014-07-28
A UE propôs objetivos de reciclagem mais exigentes para converter a Europa numa economia em que nada se desperdiça, apoiando assim o crescimento sustentável.   Ao abrigo dos novos objetivos, os países europeus devem tomar medidas que visam: proibir a colocação de resíduos recicláveis em aterros depois de 2025 reciclar 70% dos resíduos municipais (lixo urbano) e 80% dos resíduos de embalagens até 2030 ..."">


A UE propôs objetivos de reciclagem mais exigentes


2014-07-28

A UE propôs objetivos de reciclagem mais exigentes para converter a Europa numa economia em que nada se desperdiça, apoiando assim o crescimento sustentável.

 

Ao abrigo dos novos objetivos, os países europeus devem tomar medidas que visam:

  • proibir a colocação de resíduos recicláveis em aterros depois de 2025
  • reciclar 70% dos resíduos municipais (lixo urbano) e 80% dos resíduos de embalagens até 2030
  • reduzir o lixo marinho e os resíduos alimentares

Os benefícios esperados são:

  • uma economia com menor impacto ambiental e menos emissões de CO2
  • uma menor procura de recursos caros e escassos
  • a criação de 580 000 novos postos de trabalho no setor da gestão dos resíduos

 

Reutilizar, reparar, reciclar
A UE pretende criar uma economia circular na Europa, em que a reutilização, a reparação e a reciclagem de materiais sejam a norma em vez da extração de matérias-primas que se utilizam uma única vez e que se deitam fora de seguida.
Em 2010, foram incinerados ou depositados em aterros na Europa cerca de 400 a 500 milhões de toneladas de resíduos, que poderiam ter sido reutilizados ou reciclados. Ao tirar melhor partido dos recursos, a UE estará também a incentivar a competitividade europeia na cena mundial e a reduzir a dependência de matérias-primas cada vez mais dispendiosas e escassas.
Uma nova meta para aumentar a produtividade, isto é, a relação entre o PIB e o consumo de matérias-primas numa dada economia, poderá ser parte integrante dos planos.

 

Melhorar a eficiência e criar novos postos de trabalho
Segundo a UE, a transição para uma economia circular pode ser conseguida através das seguintes medidas:

  • conceção de produtos mais fáceis de reparar, atualizar e reciclar
  • criação de produtos com um melhor desempenho e que duram mais tempo e desenvolvimento de processos de produção mais eficientes
  • redução da utilização de materiais perigosos ou difíceis de reciclar
  • concessão de incentivos à redução de resíduos
  • conversão dos resíduos em recursos através das tecnologias mais avançadas

Os cidadãos europeus poderão assim desfrutar de um ambiente mais limpo e saudável, bem como de produtos que duram mais tempo. Para as empresas, estima-se que os custos diminuirão em cerca de 8% do volume de negócios anual.

 

 



FONTE: CE
SERVIÇO: Economia Verde
 

Fundo de Eficiência Energética abre três novos avisos nas áreas Transportes e Indústria


2014-07-27
A Comissão Executiva do PNAEE informa os interessados que as candidaturas aos Avisos lançados a 13 de janeiro de 2014 podem ser submetidas a partir de 25 de junho e até às 18:00h de 23 de outubro de 2014.   Foram lançados a 13 de janeiro de 2014 três novos avisos do FEE que estavam previstos para execução em 2013, com as seguintes características: Aviso 06 – Enchimento de Pneus a Nitrogénio 2014 Tipologia..."">


Fundo de Eficiência Energética abre três novos avisos nas áreas Transportes e Indústria


2014-07-27

A Comissão Executiva do PNAEE informa os interessados que as candidaturas aos Avisos lançados a 13 de janeiro de 2014 podem ser submetidas a partir de 25 de junho e até às 18:00h de 23 de outubro de 2014.

 

Foram lançados a 13 de janeiro de 2014 três novos avisos do FEE que estavam previstos para execução em 2013, com as seguintes características:

Aviso 06 – Enchimento de Pneus a Nitrogénio 2014

Tipologia de operação:
•    Incentivo na aquisição de sistemas para enchimento de pneumáticos com Nitrogénio. 

Comparticipação do FEE para cada operação:
•    50% das despesas totais elegíveis, e até ao limite de 10.000 €.

Dotação Orçamental:
•    50.000 €

Entidades beneficiárias:
•    Operadores de transportes rodoviários de passageiros e mercadorias.

 

 

Aviso 07 – Promoção da Mobilidade Urbana Sustentável 2014
Tipologia de operação:

•    Apoio à elaboração de Planos de Mobilidade, quer de “Planos de Mobilidade e Transportes – PMT”, quer de “Planos de Mobilidade de Empresas e Polos Geradores e atractores de Deslocações – PMEP”.
 
Comparticipação do FEE para cada operação:
•    Por PMEP, 30% das despesas totais elegíveis, e até ao limite de 10.000 €;
•    Por PMT, 25% das despesas totais elegíveis, e até ao limite de 40.000 €.

Dotação Orçamental:
•    300.000 € (260.000 € PMT e 40.000 € PMEP)
 
Entidades beneficiárias:
•    Para PMEP: Empresas e entidades empregadoras e gestoras de polos e equipamentos
•    Para PMT: Autarquias e comunidades intermunicipais

 

Aviso 08 – SGCIE – Incentivo à promoção da Eficiência Energética 2014

Tipologia de operação:
•    Categoria 1: Financiamento a operações na indústria visando a instalação de isolamento térmico;
•    Categoria 2: Realização de auditorias energéticas; 
•    Categoria 3: Implementação de equipamentos de gestão de consumos.
 
Comparticipação do FEE para cada operação:
•    Categoria 1: 50% das despesas totais elegíveis, e até ao limite de 2.000 € para instalações não SGCIE, e de 2.500 € para instalações do SGCIE;
•    Categoria 2: 50% das despesas totais elegíveis, e até ao limite de 750€; 
•    Categoria 3: 25% das despesas totais elegíveis, e até ao limite de 10.000€.
 
Dotação Orçamental:
•    350.000€ (250.000€ para categoria 1 e 100.000€ para categoria 2 e 3)
 
Entidades beneficiárias:
•    Categoria 1 – operadores de instalações industriais (CAE 01 a 33), com exceção dos abrangidos pelo regime do comércio europeu de licenças de emissão previsto no Decreto-Lei n.º 38/2013, de 15 de março;
•    Categorias 2 e 3 - operadores de instalações com ARCE no âmbito do SGCIE.



FONTE: FEE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Alemanha é a economia mundial com a melhor eficiência energética


2014-07-21
A Alemanha é o país com a melhor eficiência energética, revela um relatório elaborado pelo American Council for an Energy-Efficient Econmy. No extremo da lista está o México, com a pior eficiência. O estudo analisou a eficiência energética de 16 das maiores economias mundiais. Portugal não está incluído no ranking. A organização atribuiu a pontuação máxima à Aleman..."">


Alemanha é a economia mundial com a melhor eficiência energética


2014-07-21

A Alemanha é o país com a melhor eficiência energética, revela um relatório elaborado pelo American Council for an Energy-Efficient Econmy. No extremo da lista está o México, com a pior eficiência. O estudo analisou a eficiência energética de 16 das maiores economias mundiais. Portugal não está incluído no ranking.

A organização atribuiu a pontuação máxima à Alemanha pelas suas normas obrigatórias de eficiência energética nos edifícios residenciais e comerciais e também pelo trabalho que tem feito para reduzir o consumo de energia em 20% até 2020 em relação aos níveis de 2008.
Esta é a segunda edição do ranking. A primeira – em 2012 – colocou o Reino Unido como a nação com a melhor eficiência energética. Mas nessa altura, a Alemanha ocupava já o segundo lugar no ranking.
Imediatamente abaixou da Alemanha, surge a Itália no ranking. A União Europeia, como um todo, ocupa o terceiro lugar. Empatadas na quarta posição estão a China e a França. No oposto da classificação surge o México em último lugar. A Rússia ocupa a 14ª posição e o Brasil é o segundo pior país dos analisados ao nível da eficiência energética.

Os Estados Unidos ocupam a 13ª posição e a organização considera que a maior economia mundial fez alguns progressos no que toca à eficiência. Contudo, o país continua a gastar “enormes” quantidades de energia.

Ranking das 16 maiores economias mundiais com a melhor eficiência energética:
1. Alemanha
2. Itália
3. União Europeia
4. França
4. China
6. Reino Unido
6. Japão
8. Espanha
9. Canadá
10. Austrália
11. Índia
12. Coreia do Sul
13. Estados Unidos da América
14. Rússia
15. Brasil
16. México



FONTE: Greensavers
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Ministro do ambiente quer alocar 500 milhões de euros para a reabilitação urbana


2014-07-05
Segundo o ministro, “nos fundos europeus [para] Portugal 2020 estão previstas verbas para actividades de eficiência energética na habitação (…) que poderão totalizar cerca de 500 milhões de euros” O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, defendeu hoje que a reabilitação urbana deve ser “uma das prioridades”, com mais-valias no emprego e atividade económica, pretendend..."">


Ministro do ambiente quer alocar 500 milhões de euros para a reabilitação urbana


2014-07-05

Segundo o ministro, “nos fundos europeus [para] Portugal 2020 estão previstas verbas para actividades de eficiência energética na habitação (…) que poderão totalizar cerca de 500 milhões de euros”

O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, defendeu hoje que a reabilitação urbana deve ser “uma das prioridades”, com mais-valias no emprego e atividade económica, pretendendo alocar 500 milhões de euros de fundos europeus para o efeito.

“Se há área em que temos a oportunidade de, no curto prazo, gerar emprego e atividade económica com benefícios na energia, no ambiente e na qualidade de vida das cidades é a área da reabilitação urbana”, afirmou hoje Moreira da Silva, numa conferência sobre o presente e futuro da reabilitação urbana que decorreu hoje no Porto.

Segundo o ministro, “nos fundos europeus [para] Portugal 2020 estão previstas verbas para atividades de eficiência energética na habitação (…) que poderão totalizar cerca de 500 milhões de euros”.

“Pretendemos que esses 500 milhões de euros de melhoria e de aposta nas condições energéticas de habitação, e dessa forma de reabilitação urbana, possam ser desenvolvidos como um instrumento financeiro que permita alavancar e atrair outras fontes de financiamento”, explicou.

Para Moreira da Silva a reabilitação urbana “deve ser assumida como uma das prioridades a nível nacional” o que trará vantagens ao nível do ordenamento do território, aumento de população nas cidades, melhoria das condições de habitabilidade e maior eficiência energética.

O governante destacou quatro “pilares estruturantes” para a reabilitação urbana em Portugal, nomeadamente a reforma do ordenamento do território, os ajustes à lei do arrendamento, o regime excecional de reabilitação urbana e, por fim, o financiamento “que deve ser promovido com algum apoio público”.

Dentro da reforma do ordenamento do território assinalou a “necessidade de encontrar uma solução estruturante” e lembrou os vários diplomas a serem aprovados nas próximas semanas, que levarão à erradicação de solos urbanizáveis, ao novo regime económico-financeiro sobre solos rústicos, à apropriação individual de mais-valias, à concentração nos Planos Diretores Municipais (PDM) de todos os as regras, à promoção da cooperação intermunicipal e à gestão programática dos PDM.

“Este é o primeiro pilar para a reabilitação urbana, o segundo é a lei do arrendamento” que “em breve” verá aprovados ajustamentos com vista a melhores opções de emprego e proatividade económica.

Já no âmbito do regime excecional de reabilitação urbana, Moreira da Silva recordou que o mesmo irá permitir a dispensa de algumas normas durante sete anos “que vão permitir reduzir o custo da reabilitação em 30 a 40%”

Também presente, o secretário de estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza focou a questão demográfica ao afirmar que, no processo de reabilitação urbana, se deve ter em conta o excedente habitacional que o país vive a par de uma quase estagnação do crescimento da população portuguesa.

Miguel de Castro Neto lembrou que a ação do governo na reabilitação urbana se tem dividido em duas partes: a revisão legislativa e a procura de novas fontes de financiamento, afirmando, tal como o ministro Moreira da Silva, que vai ser dado “especial destaque” à reabilitação urbana no Portugal 2020, com o objetivo de alcançar os 500 milhões de euros de verbas disponíveis.



FONTE: Jornali
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Mesa redonda promovida pela AEP e pela Câmara


2014-07-02
Mesa redonda promovida pela AEP e pela Câmara Gestão eficiente de recursos na indústria segunda-feira em debate em Famalicão   Riopele partilhará a estratégia que adotou para poupar anualmente água que daria para encher 126 piscinas olímpicas   Numa iniciativa conjunta da Associação Empresarial de Portugal (AEP) e da Câmara Municipal, realiza-se em Vila Nova de Famalicão na próx..."">


Mesa redonda promovida pela AEP e pela Câmara


2014-07-02


Mesa redonda promovida pela AEP e pela Câmara

Gestão eficiente de recursos na indústria

segunda-feira em debate em Famalicão

 

Riopele partilhará a estratégia que adotou para poupar anualmente água que daria para encher 126 piscinas olímpicas

 

Numa iniciativa conjunta da Associação Empresarial de Portugal (AEP) e da Câmara Municipal, realiza-se em Vila Nova de Famalicão na próxima segunda-feira, ao fim da tarde, uma mesa redonda sobre gestão eficiente na indústria e eco-inovação, áreas para as quais as empresas industriais do vale do Ave estão cada vez mais despertas. O encontro tem lugar no café-concerto da Casa das Artes local e na abertura, prevista para as 17 horas, intervirão os presidentes da autarquia, Paulo Cunha, e da AEP, Paulo Nunes de Almeida.

“Indústria mais eficiente” é o tema da iniciativa, destinada, primordialmente, a empresários e gestores de empresas da região, de que fazem parte dois dos 10 municípios mais exportadores de Portugal: Vila Nova de Famalicão (3.º lugar do ranking elaborado a partir de dados recentemente divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, com 1.645 milhões de euros de bens e serviços vendidos a clientes estrangeiros em 2013) e Guimarães (8.º lugar, com 1.192 milhões de euros).

Com esta mesa redonda, pretende-se “identificar os participantes com um conjunto de boas práticas, instrumentos de apoio e oportunidades de melhoria” em matéria de eficiência energética e hídrica, adianta o presidente da AEP. Mas, acrescenta Paulo Nunes de Almeida, também “esperamos aprofundar o conhecimento que temos da realidade empresarial e ouvir o que os empresários pensam fazer até ao fim da década, em que o país e as empresas terão de potenciar um quadro comunitário de apoio, o Portugal 2020, que valoriza o conhecimento e a inovação como fatores de competitividade e as práticas amigas da eficiência energética e do ambiente”.

Por seu lado, o presidente da Câmara destaca “a importância do tema em debate para a saúde das empresas” e enaltece a “predisposição dos empresários famalicenses para partilharem boas práticas e crescerem em conjunto”.

 

A participação nesta mesa redonda é gratuita, mediante inscrição prévia, através do preenchimento do formulário digital disponível no website (www.aeportugal.pt) e na página da AEP no Facebook (www.facebook.com/aep.cci).

Para mais informações, os interessados devem contactar Sandra Silva, do Gabinete de Projetos Especiais da AEP: tel. 229981545 ou e-mail projectos.especiais@aeportugal.com.

 

 



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: Efinerg 2
 

Alemães querem meta obrigatória para eficiência energética


2014-06-19
A Alemanha defende a introdução de uma meta obrigatória para a eficiência energética no Pacote Energia e Clima 2030, numa posição transmitida pela voz do ministro da Economia do país, Sigmar Gabriel, no Conselho de Energia da União Europeia (UE), na última sexta-feira. No outro extremo, Reino Unido e outros países da Europa de Leste consideram que não é o momento apropriado para definir uma meta vinculativa..."">


Alemães querem meta obrigatória para eficiência energética


2014-06-19

A Alemanha defende a introdução de uma meta obrigatória para a eficiência energética no Pacote Energia e Clima 2030, numa posição transmitida pela voz do ministro da Economia do país, Sigmar Gabriel, no Conselho de Energia da União Europeia (UE), na última sexta-feira. No outro extremo, Reino Unido e outros países da Europa de Leste consideram que não é o momento apropriado para definir uma meta vinculativa, em parte devido à crise que se vive na Ucrânia.
 
Para o governante alemão, a UE “falhou consideravelmente na importância que deu à eficiência energética”, argumentando que só em 2012 foram gastos mais de um mil milhão de euros por dia em importações de combustíveis fósseis – com destaque para a importação de gás natural liquefeito.
 
No Conselho, Sigmar Gabriel foi peremptório: “se falamos em reduzir a dependência nas importações, não podemos deixar de nos munir com um dos principais instrumentos para isso: as poupanças energéticas”. Para isso, o responsável vê a introdução de um terceira meta como algo lógico. “Não nos devemos centrar só nas metas para as emissões de gases com efeito de estufa e energias renováveis. Devemos também definir uma meta obrigatória para aumentar a eficiência energética”, afirmou.
 
Uma opinião partilhada pelo comissário europeu para a Energia, Günther Oettinger, que já havia dito, em finais de Maio, que “agora mais do que nunca a eficiência energética e a poupança de energia devem ser a resposta à dependência energética”. Com essa finalidade, defendeu a apresentação de proposta para uma nova meta vinculativa para a eficiência energética no Outono, como forma de reduzir o consumo energético em 2030. Não deixando de lembrar o desafio de combater os eurocépticos que, segundo o comissário, podem constituir uma ameaça à eficiência energética uma vez que a oposição deste grupo pode comprometer a introdução de uma meta vinculativa.  
 
“Se queremos manter a nossa qualidade de vida, frigoríficos com o mesmo nível de arrefecimento usando menos electricidade, lâmpadas que só fornecem luz e não aquecem, então temos de conquistar as pessoas e vencer a batalha contra os tablóides e os eurocépticos”, explicou Oettinger no Conselho Europeu de dia 13.
 
Nesta reunião, os ministros da energia dos diferentes Estados-Membros acordaram limitar a 7% a proporção de integração no mix de combustíveis de primeira geração, devido a receios que a sua 'cultivação' conduza ao aumento dos preços de bens alimentares ou mudanças no uso da terra insustentáveis.
 
Recorde-se que o Pacote Energia e Clima 2030, proposto pela Comissão Europeia em Janeiro, sugeria uma meta obrigatória de redução de 40% dos gases com efeito de estufa e a integração 27% de energias renováveis no mix energético. Neste puzzle a peça “eficiência energética”, pelo menos vinculativa, ficou a faltar, estando pendente de uma análise, a publicar neste Verão, dos progressos feitos nesta matéria para alcançar uma meta não obrigatória de 20% em 2020.
 
Apesar disso, fontes oficiais de Bruxelas lembram que a Comissão reserva o direito de vir a introduzir metas obrigatórias no caso da UE, como um todo, se encontrar longe dos objectivos a cumprir em matéria de eficiência energética.
 
Neste âmbito, o ministro da Economia alemão e o ministro do Clima e Energia dinamarquês vão organizar, na próxima quarta-feira (18), em Bruxelas, um workshop para discutir as metas para o Pacote Energia e Clima. Enquanto a 26 de Junho será a vez do Conselho Europeu discutir os objectivos para 2030.



FONTE: Edifícios e Energia
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

AEP com proejtos para a economia verde


2014-03-07
Porquê o EFINERG? Embora Portugal se encontre na liderança europeia no que diz respeito a legislação na área da energia, os resultados concretos da implementação de eficiência energética, nomeadamente o da aplicação do PNAEE (Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética) no setor da indústria, estão ainda longe dos objetivos fixados. Apesar do tecido empresarial ter conse..."">


AEP com proejtos para a economia verde


2014-03-07

Porquê o EFINERG?

Embora Portugal se encontre na liderança europeia no que diz respeito a legislação na área da energia, os resultados concretos da implementação de eficiência energética, nomeadamente o da aplicação do PNAEE (Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética) no setor da indústria, estão ainda longe dos objetivos fixados. Apesar do tecido empresarial ter conseguido melhorar, ligeiramente, a sua eficiência energética, o potencial de melhoria é ainda assinalável.

Os progressos que se têm verificado a este nível em Portugal são ainda insuficientes, dada a elevada intensidade energética e carbónica da nossa economia.

Constata-se, por outro lado, uma fraca adesão da indústria nacional aos instrumentos de política pública na área da eficiência energética.

 

 

 

A quem se destina?

O projeto Efinerg destina-se as PME com consumos anuais de energia superiores a 250 e inferiores a 500 tep (tonelada equivalente de petróleo), localizadas nas regiões Norte, Centro e Alentejo, dos sectores:

·         Indústria do couro e dos produtos do couro

·         Fabricação de equipamento elétrico

·         Fabricação de pasta, de papel, cartão e seus artigos

·         Fabricação de artigos de borracha e de matérias plásticas

·         Fabricação de produtos químicos e de fibras sintéticas ou artificiais, exceto produtos farmacêuticos

·         Impressão e reprodução de suportes gravados

 

 

Quais são os objetivos?

·         Reforçar a implementação do PNAEE procurando a identificação de medidas específicas

·         Estimular um crescimento económico mais sustentável

·         Promover padrões sustentáveis de produção

·         Reforçar a competitividade das empresas

·         Sensibilização às PME para a eficiência energética

 

 

Como se desenvolve o projeto EFINERG?

 

Estudo da eficiência energética nos sectores considerados, através de diagnóstico a 75 empresas representativas dos mesmos;

Levantamento do estado-da-arte em termos de eficiência energética, identificação de casos de sucesso e benchmarking sectorial com outros países europeus;

Elaboração de uma estratégia sectorial para PME, com identificação de cenários associados a melhorias de eficiência e a oportunidades de projeto, tendo em vista a adoção de estratégias, coletivas ou individuais, de melhoria de eficiência energética e edição de um Guia de Apoio para a implementação de medidas de eficiência energética na indústria;

Realização de workshops de discussão de temáticas relacionadas com a eficiência energética na indústria. 



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: Efinerg 2
 

Potenciais de aquecimento global de gases com efeito de estufa diversos do CO2


2014-03-06

Foi publicado o Regulamento (UE) n.o 206/2014 da Comissão, de 4 de março de 2014, que altera o Regulamento (UE) n.o 601/2012 no que respeita aos potenciais de aquecimento global de gases com efeito de estufa diversos do CO2.


Potenciais de aquecimento global de gases com efeito de estufa diversos do CO2


2014-03-06

Foi publicado o Regulamento (UE) n.o 206/2014 da Comissão, de 4 de março de 2014, que altera o Regulamento (UE) n.o 601/2012 no que respeita aos potenciais de aquecimento global de gases com efeito de estufa diversos do CO2.



FONTE: Jornal Oficial da União Europeia
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Investigadores britânicos criam máquina de lavar roupa que poupa até 90% de água


2014-02-19
  Um grupo de investigadores da Universidade de Leeds, em Inglaterra, criou uma máquina de lavar roupa económica. Esta máquina de lavar utiliza polímeros, que são capazes de remover sujidades, manchas e nódoas e odores, o que permite a esta máquina economizar cerca de 90% de água e 50% de energia, quando comparada com os modelos tradicionais. Conhecida como Xeros, esta tecnologia já está presente em alguns hot&eacut..."">


Investigadores britânicos criam máquina de lavar roupa que poupa até 90% de água


2014-02-19

 

Um grupo de investigadores da Universidade de Leeds, em Inglaterra, criou uma máquina de lavar roupa económica. Esta máquina de lavar utiliza polímeros, que são capazes de remover sujidades, manchas e nódoas e odores, o que permite a esta máquina economizar cerca de 90% de água e 50% de energia, quando comparada com os modelos tradicionais.

Conhecida como Xeros, esta tecnologia já está presente em alguns hotéis e outros serviços de hotelaria britânicos, refere o Planeta Sustentável. Mais tarde, a equipa de investigadores pediu um estudo a uma consultora, que concluiu que se todas as máquinas do Reino Unido fossem substituídas pela Xeros, poderiam ser poupadas sete milhões de toneladas de água por semana e cerca de 4,2 milhões de toneladas de dióxido de carbono deixariam de ser emitidos por ano – o que equivale à emissão total de cerca de 1,4 milhões de carros.

Desta forma, esta máquina permite não só economizar água, o que preserva o meio ambiente, assim como é mais eficiente e rápida a lavar roupa. Também a utilização de polímeros se torna uma alternativa ambiental interessante já que este material pode ser reutilizado até 100 vezes e já existe tecnologia para reciclar polímeros. Além disso, os polímeros conferem uma camada protectora à roupa que impede que esta se manche. Apesar de esta máquina já ser comercializada a nível industrial ainda não previsão para quando possa ser comercializada a nível doméstico.

 



FONTE: GreenSavers
SERVIÇO: Economia Verde
 

E se um dia fosse possível deixar de pagar eletricidade?


2014-02-03
Hoje já se pode instalar um painel solar numa casa ou empresa e produzir energia para consumo próprio, abatendo parte da conta da luz. Mas e se fosse possível instalar equipamentos com capacidade suficiente para abastecer todo o consumo que se tem, não pagar eletricidade e ainda, se se produzisse energia a mais, vender à rede e ganhar algum dinheiro com isso? A premissa pode não ser válida para todos os tipos de casas, edifícios, empresas o..."">


E se um dia fosse possível deixar de pagar eletricidade?


2014-02-03

Hoje já se pode instalar um painel solar numa casa ou empresa e produzir energia para consumo próprio, abatendo parte da conta da luz. Mas e se fosse possível instalar equipamentos com capacidade suficiente para abastecer todo o consumo que se tem, não pagar eletricidade e ainda, se se produzisse energia a mais, vender à rede e ganhar algum dinheiro com isso? A premissa pode não ser válida para todos os tipos de casas, edifícios, empresas ou negócios, mas é uma realidade que está cada vez mais próxima.

 

Ainda este ano - até ao final do primeiro semestre, sabe o Dinheiro Vivo -, o Governo pretende publicar uma nova legislação que permitirá instalar este tipo de equipamentos de autoconsumo e iniciar uma revolução no mercado e no modelo de rendas de energia que existe hoje.
É que, quando se instala um painel solar numa casa ou empresa (respetivamente micro e minigeração), a energia produzida é vendida à rede a uma tarifa predefinida pelo Governo e que é paga por todos os consumidores do País. O valor encaixado com a venda abate a conta da luz e amortiza, a cinco ou dez anos, o investimento feito nos painéis, que pode ser de 20 mil euros.
Com um novo sistema, a energia produzida seria toda para consumir em casa ou empresa e só quando se produzisse a mais é que se colocaria na rede. Isto teria impacto na distribuição e nos contadores, que iriam precisar de alguns investimentos. E ainda nas tarifas, que, diz o vice-presidente da Apisolar, João Carvalho, “poderiam nem existir porque essa energia seria vendida à rede a preços de mercado, acabando de vez com os subsídios”.

Ver mais em: Dinheiro Vivo



FONTE: Dinheiro Vivo
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Micro-UAG


2014-01-23
A crescente procura por parte do tecido industrial de uma solução viável, segura, ecológica e mais barata no fornecimento de gás natural, a instalação de Micro UAG têm vindo progressivamente a ocupar um lugar de destaque a nível nacional.  Recentemente diversas empresas têm desenvolvido projetos alusivos  a micro unidades autónomas de gás natural (micro-UAG), com o objetivo de obter aprovaç&atil..."">


Micro-UAG


2014-01-23

A crescente procura por parte do tecido industrial de uma solução viável, segura, ecológica e mais barata no fornecimento de gás natural, a instalação de Micro UAG têm vindo progressivamente a ocupar um lugar de destaque a nível nacional. 

Recentemente diversas empresas têm desenvolvido projetos alusivos  a micro unidades autónomas de gás natural (micro-UAG), com o objetivo de obter aprovação das condições gerais básicas de execução de projetos de armazenagem de gás natural de baixa quantidade (2 a 5 m3). 

Uma das grandes vantagens da Micro-UAG é conseguir alimentar com gás natural localidades remotas, tanto indústrias como habitações que até agora não tinham a possibilidade de ter acesso a esse recurso natural. Garantido assim todas as necessidades energéticas da sua fábrica.

 



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA AO FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA


2014-01-22
Aviso 8 - SGCIE – Incentivo à promoção da Eficiência Energética 2014   O presente aviso, denominado “AVISO 08 - SGCIE 2014” prevê a possibilidade de financiamento de candidaturas que abranjam as operações que correspondam à área Industrial e medidas inseridas no PNAEE com a designação Sistema de Eficiência Energética na Indústria, que, entre outros, prevê o apo..."">


AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA AO FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA


2014-01-22

Aviso 8 - SGCIE – Incentivo à promoção da Eficiência Energética 2014

 

O presente aviso, denominado “AVISO 08 - SGCIE 2014” prevê a possibilidade de financiamento de candidaturas que abranjam as operações que correspondam à área Industrial e medidas inseridas no PNAEE com a designação Sistema de Eficiência Energética na Indústria, que, entre outros, prevê o apoio a projetos que conduzam à concretização direta das medidas definidas nos programas do PNAEE e especificamente a operadores com Acordos de Racionalização dos Consumos de Energia (ARCE) estabelecidos com a DGEG no âmbito do SGCIE – Sistema de Gestão dos Consumos de Energia e especificamente no que concerne à aplicação do disposto no artigo 12º do Decreto-Lei nº 71/2008, de 15 de abril, mas também outros.

 

Os incentivos a conceder, dizem respeito às seguintes categorias:

  • Categoria 1 – Ressarcimento de 50% dos investimentos realizados em isolamentos térmicos (exclui-se o isolamento térmico em envolventes de edifícios);
  • Categoria 2 – Ressarcimento de 50% do custo das auditorias energéticas obrigatórias para operadores com consumos anuais inferiores a 1000 tep/ano (conforme o registo submetido a validado no portal SGCIE);
  • Categoria 3 – Ressarcimento de 25% dos investimentos realizados em equipamentos e sistemas de gestão e monitorização dos consumos de energia;

 

No que diz respeito ao âmbito territorial, o presente Aviso abrange todo o território nacional. Contudo as entidades beneficiárias do incentivo a atribuir às operações são:

  • Categoria 1 – Todos os operadores de instalações industriais (CAE 01 a 33) com exceção dos abrangidos pelo regime do comércio europeu de licenças de emissão previsto no Decreto-Lei nº 38/2013, de 15 de março. 
  • Categorias 2 e 3 – Todos os operadores de instalações com ARCE no âmbito do SGCIE (CAE 10 a 33). 

    
Relativamente à dotação orçamental máxima a atribuir à totalidade das operações enquadradas no âmbito do presente Aviso é de 350.000 € (trezentos e cinquenta mil euros), com um total de 250.000 € (duzentos e cinquenta mil euros) para a Categoria 1 e 100.000 € (cem mil euros) para as Categorias 2 e 3.

 

As candidaturas ao Fundo de Eficiência Energética (FEE) podem ser submetidas pelos beneficiários elegíveis ao Aviso a partir do dia 3 de março de 2014, e até às 18 horas do dia 2 de junho 2014.

Contate-nos para mais informações relacionadas com este aviso, bem como, para o apoio com o respetivo formulário de candidatura e/ou esclarecimentos na forma de FAQ’s.

 

 

 

 

 



FONTE: Adene
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Portugal propõe a Bruxelas meta que permita aumentar exportação de energia renovável


2014-01-21
O ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, formalizou junto da Comissão Europeia uma proposta para que os Estados-membros sejam obrigados a ter interligações de electricidade equivalentes a 25% da sua capacidade de produção, de modo a permitir um maior aproveitamento do potencial renovável de alguns países, como Portugal.   O ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, enviou terça-feira para a Co..."">


Portugal propõe a Bruxelas meta que permita aumentar exportação de energia renovável


2014-01-21

O ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, formalizou junto da Comissão Europeia uma proposta para que os Estados-membros sejam obrigados a ter interligações de electricidade equivalentes a 25% da sua capacidade de produção, de modo a permitir um maior aproveitamento do potencial renovável de alguns países, como Portugal.

 

O ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, enviou terça-feira para a Comissão Europeia uma carta em que propõe que Bruxelas adopte uma meta vinculativa de que todos os Estados-membros tenham, até 2030, uma capacidade de interligação das suas redes eléctricas correspondente a 25% da sua capacidade de produção, de forma a aumentar a exportação de energias renováveis.
 
Segundo a carta, citada pelo “Público”, o governante diz que este “é um assunto prioritário”, dada a “necessidade de transferência física, entre Estados-membros, da electricidade produzida de fontes renováveis”. Este apelo de Moreira da Silva já havia sido feito pelo ministro, informalmente, em várias ocasiões.
 
Jorge Moreira da Silva sustenta que no “muito curto prazo” a capacidade de interligação entre os Estados-membros deverá ser de 10%. Para 2020 o ministro português defende uma meta intermédia de 12%. E para 2030 os referidos 25% de capacidade de interligação.
 
A fixação dessas metas permitiria a Portugal um melhor aproveitamento do seu potencial de energias renováveis. De acordo com o “Público”, Portugal tem condições para ter quatro vezes mais capacidade eólica do que a actualmente instalada (perto de5 gigawatts).
 
Actualmente Portugal já exporta electricidade para Espanha, sobretudo em momentos em que o recurso eólico é abundante e excede as necessidades de consumo nacional. Contudo, a fraca capacidade de interligação eléctrica entre Espanha e França tem deixado a Península Ibérica relativamente isolada do resto da Europa, diminuindo a capacidade da região ibérica de explorar mais os seus recursos renováveis.



FONTE: Jornal de Negócios
SERVIÇO: Economia Verde
 

CORE na Retrospectiva COMPETE | Projetos premiados


2013-12-30
O ano de 2013 marca o final do período de programação 2007-2013 e dos seus instrumentos e medidas. Neste último número da Newsletter do COMPETE não quisemos fazer um balanço do programa, já efectuado no evento anual, quisemos manter o racional que marca cada edição: dar o espaço aos protagonistas. O Programa Operacional Fatores de Competitividade (COMPETE) é um programa operacional no âmbito do QREN 2007..."">


CORE na Retrospectiva COMPETE | Projetos premiados


2013-12-30

O ano de 2013 marca o final do período de programação 2007-2013 e dos seus instrumentos e medidas. Neste último número da Newsletter do COMPETE não quisemos fazer um balanço do programa, já efectuado no evento anual, quisemos manter o racional que marca cada edição: dar o espaço aos protagonistas.

O Programa Operacional Fatores de Competitividade (COMPETE) é um programa operacional no âmbito do QREN 2007-2013 que visa a melhoria sustentada da competitividade da economia portuguesa, intervindo sobre dimensões consideradas estratégicas, como a inovação, o desenvolvimento científico e tecnológico, a internacionalização, o empreendedorismo e a modernização da Administração Pública.

 

O Programa, com uma dotação global de 3,2 mil milhões de euros, incide sobre as três regiões de convergência do Continente (Norte, Centro e Alentejo) e dispõe de cinco instrumentos para prosseguir os seus objetivos:

  • os Sistemas de Incentivos às empresas (SI),
  • Sistema de Apoio ao Financiamento e Partilha de Risco da Inovação (SAFPRI),
  • sistema de Apoio a Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SAESCTN),
  • Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA)
  • e o Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC).

 

O COMPETE assume ainda um papel específico, no âmbito dos sistemas de incentivos às empresas, uma vez que, tendo em conta que os PO Regionais integram nos seus objetivos a melhoria da competitividade empresarial das respetivas regiões, ficou estabelecido que apoiaria as médias e grandes empresas daquelas três regiões e os projetos que envolvem investimentos empresariais em mais do que uma região convergência.

 

Ver mais em: Compete

 



FONTE: Compete
SERVIÇO: Sustentabilidade
Projecto: CORE
 

O crescimento verde compensa


2013-12-06
Varsóvia acolheu no final de Novembro mais uma decepcionante Conferência sobre Alterações Climáticas.   Nos últimos 20 anos, muitas outras cidades tiveram o mesmo dissabor. Desta vez, 195 países acordaram sem grande convicção "contribuir" para o combate às alterações climáticas, em vez de adoptarem uma posição mais "empenhada". A meta mantém-se: alcan&cce..."">


O crescimento verde compensa


2013-12-06

Varsóvia acolheu no final de Novembro mais uma decepcionante Conferência sobre Alterações Climáticas.

 

Nos últimos 20 anos, muitas outras cidades tiveram o mesmo dissabor. Desta vez, 195 países acordaram sem grande convicção "contribuir" para o combate às alterações climáticas, em vez de adoptarem uma posição mais "empenhada". A meta mantém-se: alcançar um acordo robusto em Paris, em 2015. As probabilidades de sucesso são ínfimas, como o demonstra a experiência.

O mais deprimente é que o mundo podia eliminar grande parte dos riscos a custos controlados se agisse de forma concertada, rápida e eficaz. William Nordhaus, professor na Universidade de Yale e um dos mais conceituados estudiosos do impacto económico das alterações climáticas, refere no seu novo livro, The Climate Casino, que limitar a subida da temperatura global a 2ºC custaria cerca de 1,5% do PIB global, desde que fossem adoptadas as medidas certas. Por outras palavras, o equivalente a seis meses de crescimento económico global. Mas se os países responsáveis por metade das emissões não participarem, os custos disparam e torna-se impossível conter a subida.

 

O Prof. Nordhaus, uma voz moderada neste debate, explica as razões pelas quais o mundo devia aceitar os custos inerentes à acção. Os cientistas não encontraram nenhuma explicação plausível para o fenómeno da subida da temperatura nos últimos 150 anos que não a acção humana. Por isso, é irracional brincar com o "casino climático" para eliminar as piores consequências. Há quem esteja entusiasmado com a ideia da geo-engenharia, mas diria que é mais sensato limitar o excesso de acumulação de gases com efeito de estufa a custos comportáveis.

As emissões são uma consequência global negativa para a actividade económica. Desconhecemos os custos dessas externalidades, mas sabemos que são superiores a zero. Além disso, as externalidades não se resolvem por si só. É preciso que o governo intervenha, ou melhor, que cerca 200 governos actuem em conjunto. A solução mais simples seria chegar a acordo sobre um preço a pagar para, depois, se aplicar esse valor sob a forma de imposto.

 

O professor Nordhaus propõe um valor: 25 dólares (cerca de 18 euros) por tonelada de carbono. As receitas ficariam em cada país, sendo apenas necessário negociar o valor a tributar. Entretanto, os países de rendimento elevado teriam de investir em investigação e desenvolvimento de novas tecnologias e garantir que as melhores e mais relevantes podem ser adquiridas pelos países emergentes e em desenvolvimento a preços acessíveis. Por que devem fazer isto? Porque a atmosfera com baixos níveis de carbono é um bem público global.

Talvez se consiga fomentar esse comportamento mediante taxas mais elevadas e investigação relevante na matéria. Os dados existentes mostram que, seja por inércia ou desconhecimento, famílias e empresas ainda não optimizaram a forma como utilizam a energia. Talvez a combinação entre preços mais altos para o carbono e uma regulação firme possa produzir resultados interessantes, como emissões de carbono mais baixas sem perdas no produto.

 

Vamos supor que não se alcança um acordo global relevante. Que sentido faz um país ou conjunto de países agir por conta própria? Se o objectivo é lidar com as alterações climáticas, a resposta é: nem pensar. A não ser que o país em questão seja a China ou os EUA. Mas mesmo que fosse a China "e" os EUA isso não bastaria, visto serem responsáveis por pouco mais de dois quintos das emissões globais. Se algum país avançar nesse sentido, o impacto real será diminuto. Quando muito vai validar o conceito: as economias podem crescer rapidamente ao mesmo tempo que reduzem as emissões.

 



FONTE: Económico
SERVIÇO: Economia Verde
 

Consulta pública para a avaliação das directivas para a rotulagem energética e ecodesign


2013-10-29
A Comissão Europeia abriu uma consulta pública para a avaliação das directivas para a rotulagem energética e para a concepção ecológica (ecodesign). Neste âmbito, partes interessadas poderão dar a sua opinião sobre os diversos aspectos das directivas de forma a desenvolver-se uma análise detalhada da eficácia das mesmas até à data e propor futuros melhoramentos. A consulta pública decor..."">


Consulta pública para a avaliação das directivas para a rotulagem energética e ecodesign


2013-10-29

A Comissão Europeia abriu uma consulta pública para a avaliação das directivas para a rotulagem energética e para a concepção ecológica (ecodesign). Neste âmbito, partes interessadas poderão dar a sua opinião sobre os diversos aspectos das directivas de forma a desenvolver-se uma análise detalhada da eficácia das mesmas até à data e propor futuros melhoramentos. A consulta pública decorrerá até 30 de Novembro de 2013 e está prevista para 2014 a publicação de um relatório final de avaliação.
 
Esta consulta vem no seguimento do artigo 14º da directiva 2010/30/UE e 21º da directiva 2009/125/CE, que estipulam que as apreciações a estas directivas deverão ser feitas até 31 de Dezembro de 2014. Os resultados obtidos vão ser utilizados num estudo de avaliação, realizado por consultores externos e que se baseia em grande parte na avaliação destas directrizes. O estudo é realizado por um consórcio liderado pela Ecofys, do qual fazem parte a Waide Strategic Efficiency, SoWatt, SEVEn, Öko-Institut e ISR/Universidade de Coimbra.
 
Estão disponíveis duas versões da consulta, uma simplificada adaptada aos consumidores e às PME (retalhistas e fabricantes), disponível em todas as línguas da UE exclusivamente com perguntas de escolha múltipla. E uma versão integral destinada a todas as outras partes interessadas (funcionários públicos, representantes do sector, ONG, etc.), disponível apenas em inglês com possibilidade de respostas em texto livre.



FONTE: Compete
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Energia eólica bate recorde nocturno


2013-10-23
Na passada madrugada, 84% da electricidade consumida no país veio dos parques eólicos.   A energia eólica em Portugal bateu um novo recorde. Às 2h00 da última madrugada, a potência ligada à rede foi de 3844 megawatts (MW), suficiente para abastecer 84% do consumo de electricidade do país àquela hora, segundo dados da REN-Redes Energéticas Nacionais, citados pela agência Lusa. Durante a madrugada, quando o co..."">


Energia eólica bate recorde nocturno


2013-10-23

Na passada madrugada, 84% da electricidade consumida no país veio dos parques eólicos.

 

A energia eólica em Portugal bateu um novo recorde. Às 2h00 da última madrugada, a potência ligada à rede foi de 3844 megawatts (MW), suficiente para abastecer 84% do consumo de electricidade do país àquela hora, segundo dados da REN-Redes Energéticas Nacionais, citados pela agência Lusa.

Durante a madrugada, quando o consumo eléctrico é mais baixo e as centrais termoeléctricas e barragens podem trabalhar a meio gás, a electricidade produzida pelos parques eólicos é mais preponderante.

Mesmo durante o dia, a energia eólica tem vindo a assumir cada vez maior papel no abastecimento. Desde Janeiro, forneceu quase um quarto (23%) da electricidade consumida, segundo dados da REN. As barragens forneceram mais 32%. Levando-se em conta também as centrais de biomassa e fotovoltaicas, as renováveis foram responsáveis por 58% da produção eléctrica entre Janeiro e Setembro.



FONTE: Público
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

UE mais do que duplica financiamento para eficiência energética


2013-10-09
A União Europeia (UE) deverá disponibilizar cerca de 23 mil milhões de euros para a eficiência energética nos edifícios, no período de financiamento 2014-2020. O montante representa mais do dobro daquele que foi alocado para o período de financiamento anterior. “Este aumento do compromisso de financiamento da UE para a eficiência nos edifícios é uma janela de oportunidades inédita para os Estados-Membros e g..."">


UE mais do que duplica financiamento para eficiência energética


2013-10-09

A União Europeia (UE) deverá disponibilizar cerca de 23 mil milhões de euros para a eficiência energética nos edifícios, no período de financiamento 2014-2020. O montante representa mais do dobro daquele que foi alocado para o período de financiamento anterior.
“Este aumento do compromisso de financiamento da UE para a eficiência nos edifícios é uma janela de oportunidades inédita para os Estados-Membros e governos locais e regionais para colmatar o desnivelamento entre potenciais poupanças e o actual investimento, projectando Programas Operacionais Multifundo para reabilitações energéticas profundas”, explicou Adrian Joyce, secretário-general da EuroAce (European Alliance of Companies for Energy Efficiency in Buildings).
“O investimento inicial continua a ser o maior obstáculo para chegar aos grandes benefícios económicos, ambientais e sociais das profundas reabilitações energeticamente eficientes. Este aumento do financiamento da UE são notícias muito boas, e têm o potencial de conseguir poupanças de custos do arranque para o mercado da reabilitação”, reconheceu ainda Joyce.


O âmbito da elegibilidade para investimentos em eficiência energética nos edifícios foi também expandido, e agora, para além do Fundo de Desenvolvimento Regional Europeu, espera-se que haja investimentos da parte do Fundo de Coesão e do Fundo Social Europeu.
Os Fundos Estruturais 2014-2020 da UE deverão ser votados na sessão plenária do Parlamento Europeu entre 21 e 24 de Outubro, onde se destaca o promitente papel da eficiência energética nos edifícios no que toca à atribuição de fundos europeus.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

CORE | O projeto de responsabilidade social corporativa


2013-10-08
O projeto CORE está em destaque na nesletter do Compete. O projeto CORE tem como pareiros a UERN - União das Associações Empresariais da Região Norte, o CEC-CCIC – Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro e a APME - Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias, tendo a Carboneutral desenvolvido algumas das suas atividades, destacando-se a ferramenta de Scoring da Sustentabilidade...."">


CORE | O projeto de responsabilidade social corporativa


2013-10-08

O projeto CORE está em destaque na nesletter do Compete.

O projeto CORE tem como pareiros a UERN - União das Associações Empresariais da Região Norte, o CEC-CCIC – Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro e a APME - Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias, tendo a Carboneutral desenvolvido algumas das suas atividades, destacando-se a ferramenta de Scoring da Sustentabilidade.



FONTE: Compete
SERVIÇO: Economia Verde
Projecto: CORE
 

Procure reduzir os custos da energia e obtenha financiamento do FEE


2013-09-20
O Fundo de Eficiência Energética (FEE) vai lançar ainda em 2013 concursos, nos quais está incluído o setor da indústria, onde está previsto o incentivo para a realização de auditorias energéticas e para a aquisição de equipamentos e sistemas de gestão e monitorização. Desta forma, para além da redução dos custos relativos ao consumo de energia decorrentes das conclus&otil..."">


Procure reduzir os custos da energia e obtenha financiamento do FEE


2013-09-20

O Fundo de Eficiência Energética (FEE) vai lançar ainda em 2013 concursos, nos quais está incluído o setor da indústria, onde está previsto o incentivo para a realização de auditorias energéticas e para a aquisição de equipamentos e sistemas de gestão e monitorização.
Desta forma, para além da redução dos custos relativos ao consumo de energia decorrentes das conclusões da auditoria, pode ainda obter um incentivo financeiro do Fundo de Eficiência Energética para a realização da auditoria.

 

A Comissão Executiva do Plano Nacional de Acão para a Eficiência Energética (PNAEE) aprovou a 31 de maio de 2013 a abertura de 5 novos avisos do Fundo de Eficiência Energética (FEE) para 2013, visando apoiar projetos tecnológicos nos sectores dos Transportes, Residencial e Serviços, Indústria (incluindo Agricultura), Estado e Comportamentos
Na área Indústria, em linha com o programa Sistema de Eficiência Energética na Indústria, será lançado o aviso SGCIE: Incentivo à promoção da Eficiência Energética – 2013, com uma dotação orçamentar de €350.000,00, destinado a conceder apoios para a realização de auditorias energéticas, bem como para a instalação de equipamentos e sistemas de gestão e monitorização dos consumos de energia, enquanto ferramenta de apoio à implementação de medidas de eficiência energética constantes do SGCIE.

Na área da Indústria os investimentos considerados são os seguintes:

Categoria 1 - Ressarcimento de 50% do custo das auditorias energéticas obrigatórias para operadores com consumos anuais inferiores a 1000 tep/ano, conforme o registo submetido e validado no portal SGCIE;
Categoria 2 - Ressarcimento de 25% dos investimentos realizados em equipamentos e sistemas de gestão e monitorização dos consumos de energia.

Na área da Indústria os investimentos considerados são os seguintes:
São beneficiários do incentivo a atribuir às operações todos os operadores de instalações com ARCE (Acordo de Racionalização dos Consumos de Energia) no âmbito do SGCIE (Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia).

Para a realização de auditorias energéticas, os projetos suscetíveis de apoio devem respeitar, obrigatoriamente, as seguintes condições: 
Ao nível do beneficiário: 

  1. Os Operadores devem estar a cumprir as disposições constantes do Decreto-lei n.o 71/2008, de 15 de abril, e terem um ARCE;

  2. Demonstrar o preenchimento das condições expressas no artigo 3.o do Regulamento, na medida do aplicável;

Ao nível da operação:

  1. Para as operações enquadradas na Categoria 1 deverá ser comprovado que estão realizadas pelo menos 50% das medidas previstas no ARCE.

São elegíveis as despesas relativas às seguintes categorias: 
Realização de relatório de auditoria energética para cumprimento do disposto no SGCIE. Esta auditoria energética será a que consta no Portal do SGCIE.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Projeto CORE recebe prémio europeu


2013-09-20
O Projeto CORE resulta das preocupações comuns da União da Associações Empresariais da Região Norte (UERN), da Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) e do CEC/CCIC (Conselho Empresarial do Centro/ Câmara de Comércio e Indústria), sobre a sustentabilidade integrada das micro e PME Portuguesas. A CARBONEUTRAL foi responsável pela realização de algumas atividades, das quais des..."">


Projeto CORE recebe prémio europeu


2013-09-20

O Projeto CORE resulta das preocupações comuns da União da Associações Empresariais da Região Norte (UERN), da Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) e do CEC/CCIC (Conselho Empresarial do Centro/ Câmara de Comércio e Indústria), sobre a sustentabilidade integrada das micro e PME Portuguesas. A CARBONEUTRAL foi responsável pela realização de algumas atividades, das quais desta a conceção do Scoring da Sustentabilidade, ferramenta que se encontra em utilização pelas PME.

O projeto que teve a participação de fundos europeus, desenvolveu-se com o intuito de difundir e promover boas práticas de Sustentabilidade e responsabilidade social corporativa. Nesse sentido, entre diversas atividades, foram também criadas ferramentas de divulgação e avaliação das performances organizacionais que se encontram disponíveis às empresas. 

Este trabalho mereceu a atenção da europa e foi no passado dia 18 de Setembro distinguido com o Prémio Europeu de Promoção Empresarial (European Enterprise Promotion Awards – EEPA). Este prémio anual é promovido pela Comissão Europeia e no presente ano foi dinamizado em Portugal pelo IAPMEI. 

A EEPA distingue os projetos e atividades que sejam reconhecidas como boas práticas no âmbito da promoção da iniciativa empresarial na Europa. São condecorados os melhores pela especificidade do seu contributo no desenvolvimento económico e do emprego das regiões. É com orgulho que os parceiros do projeto e todos os que nele participaram recebem este reconhecimento pelo trabalho realizado.

Ao projeto CORE foi atribuído o primeiro prémio na categoria “Apoio ao Desenvolvimento de Mercados Ecológicos e à Eficiência dos Recursos”.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Economia Verde
Projecto: CORE
 

Isenção do ISP


2013-09-10
Entrou em vigor a Lei nº 51/2013 (24/Jul/2013). Alterou-se o Código de Impostos Especiais de Consumo (CIEC), introduzindo a isenção do ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos) na Electricidade, complementando a Lei nº 66-B/2012 na qual já contemplava a isenção do ISP sobre o Gás Natural (GN) quando usado como combustível.  Podem beneficiar desta isenção sobre a Electricidade e GN..."">


Isenção do ISP


2013-09-10

Entrou em vigor a Lei nº 51/2013 (24/Jul/2013). Alterou-se o Código de Impostos Especiais de Consumo (CIEC), introduzindo a isenção do ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos) na Electricidade, complementando a Lei nº 66-B/2012 na qual já contemplava a isenção do ISP sobre o Gás Natural (GN) quando usado como combustível. 
Podem beneficiar desta isenção sobre a Electricidade e GN, as empresas sujeitas ao CELE ou a um ARCE (Acordo de Racionalização dos Consumos de Energia).

A Carboneutral pode ajudar a sua empresa, criando as condições para obter a Isenção do ISP de acordo com a Lei nº 51/2013. Contacte-nos.

 



FONTE: DRE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Empresa da Covilhã entra no mercado da electricidade com oferta 'low cost'


2013-08-29
“Neste momento, o modelo de negócio está criado e pensamos lançar em outubro a plataforma ‘online’ por onde se passará toda a relação entre a empresa e o cliente e estará disponível um comparador de preços”, adiantou João Nuno Serra A Enforcesco, o mais recente comercializador no mercado liberalizado de eletricidade, quer aproveitar a magra estrutura de custos para praticar preços atrativos e co..."">


Empresa da Covilhã entra no mercado da electricidade com oferta 'low cost'


2013-08-29

“Neste momento, o modelo de negócio está criado e pensamos lançar em outubro a plataforma ‘online’ por onde se passará toda a relação entre a empresa e o cliente e estará disponível um comparador de preços”, adiantou João Nuno Serra
A Enforcesco, o mais recente comercializador no mercado liberalizado de eletricidade, quer aproveitar a magra estrutura de custos para praticar preços atrativos e conseguir competir com os grandes operadores como a EDP Comercial, a Endesa ou a Iberdrola.

Com sede na Covilhã, a Enforcesco entrou em operação no mês de julho, mas ainda está em fase de implementação, num investimento de cerca de 300 mil euros, que levará à chegada ao mercado da marca YLCE, as iniciais da expressão “Yes, Low Cost Energy”.

Em declarações à Lusa, o diretor da Esforcesco, João Nuno Serra, explicou que o fator preço será o principal trunfo do novo comercializador de eletricidade, que pretende angariar clientes entre os consumidores domésticos e empresas, com a meta de uma 10% de quota de mercado em número de clientes em meados de 2015.

“Neste momento, o modelo de negócio está criado e pensamos lançar em outubro a plataforma ‘online’ por onde se passará toda a relação entre a empresa e o cliente e estará disponível um comparador de preços”, adiantou João Nuno Serra.

Face aos quatro operadores responsáveis por mais de 90% do mercado (EDP Comercial, Endesa, Iberdrola e Galp Energia), a empresa da Covilhã tem a vantagem de ter “uma estrutura de custos muito reduzida”, o que permite “reduzir a margem” e “oferecer uma tarifa mais atrativa ao cliente final”.



FONTE: Jornali
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Sistema de Certificação Energética dos Edifícios


2013-08-20
Decreto-Lei 118/2013 20/08/2013 Aprova o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios, o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços, e transpõe a Diretiva n.º 2010/31/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de maio de 2010, relativa ao desempenho energético dos edifícios. &..."">


Sistema de Certificação Energética dos Edifícios


2013-08-20

Decreto-Lei 118/2013 20/08/2013


Aprova o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios, o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços, e transpõe a Diretiva n.º 2010/31/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de maio de 2010, relativa ao desempenho energético dos edifícios.
 



FONTE: DRE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Eurodeputados aprovam congelamento da venda de licenças de CO2


2013-07-03
Parlamento dá luz verde condicional a proposta da Comissão para travar o colapso do mercado europeu de carbono.   O Parlamento Europeu aprovou, esta quarta-feira, o adiamento de parte dos leilões de licenças de emissões de CO2, uma medida proposta pela Comissão Europeia para travar o colapso do mercado de carbono. Inicialmente rejeitada por uma escassa maioria pelos eurodeputados em Abril, a proposta foi agora aprovada, novamente com o Parl..."">


Eurodeputados aprovam congelamento da venda de licenças de CO2


2013-07-03

Parlamento dá luz verde condicional a proposta da Comissão para travar o colapso do mercado europeu de carbono.

 

O Parlamento Europeu aprovou, esta quarta-feira, o adiamento de parte dos leilões de licenças de emissões de CO2, uma medida proposta pela Comissão Europeia para travar o colapso do mercado de carbono.

Inicialmente rejeitada por uma escassa maioria pelos eurodeputados em Abril, a proposta foi agora aprovada, novamente com o Parlamento dividido: 344 votos a favor, 311 contra e 46 abstenções.

Os leilões fazem parte da terceira fase do Comércio Europeu de Licenças de Emissões (2013-2020), um sistema lançado em 2005 para reduzir as emissões de carbono da indústria. Cada unidade industrial tem de garantir que, ao final do ano, tem licenças equivalentes à poluição carbónica que sai das suas chaminés.

No princípio, as licenças foram distribuídas gratuitamente. Mas desde 2013, passaram a ser vendidas em leilões, por ora para as empresas do sector eléctrico, mas com expansão prevista a todas as indústrias até 2020.

A atribuição excessiva de licenças até 2012 e a crise económica dos últimos anos fizeram, porém, com que o preço do carbono caísse em flecha – de 30 euros em 2008 para apenas quatro euros hoje. Agora, é mais barato comprar licenças no mercado, do que investir na redução da poluição – justamente o contrário do que o comércio de emissões pretendia.

Como medida paliativa contra o excesso de licenças no mercado, a Comissão quer congelar os leilões de 900 milhões de toneladas de CO2 previstos até 2015, de modo a estimular a subida nos preços. Ao mesmo tempo, Bruxelas está a estudar medidas estruturais para resolver os problemas do comércio de emissões.

O Parlamento acabou por mudar de posição, mas com condições. Por um lado, a medida não poderá ser utilizada uma segunda vez. Por outro, a Comissão fica obrigada a avaliar o impacto da medida sobre a competitividade da indústria europeia.

O Parlamento vai agora negociar com a Comissão e com os Estados-membros os termos finais do congelamento das licenças, conhecido pelo termo inglês backloading. Mas há divisões a sanar. Na segunda-feira, ministros do Ambiente de doze dos Estados-membros da UE – incluindo Portugal – divulgaram uma posição conjunta apoiando o backloading. Neste grupo, estão representantes gigantes industriais, como o Reino Unido, França e Alemanha.

 

Ver mais em: Público 

 



FONTE: Público
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

O gás de xisto está a mexer com o mundo. Em Portugal há a pedra, falta saber se tem gás


2013-06-30
Quando Matt Damon decide fazer um filme sobre os perigos da produção de gás de xisto nos EUA ou os Rolling Stones fazem canções sobre o tema só pode significar uma coisa: o gás de xisto está a mexer com o mundo. E se para uns é uma das piores ameaças ambientais dos últimos anos, para outros é a galinha dos ovos de ouro. “Nos EUA, os preços do gás caíram 32% no ano passado, a indú..."">


O gás de xisto está a mexer com o mundo. Em Portugal há a pedra, falta saber se tem gás


2013-06-30

Quando Matt Damon decide fazer um filme sobre os perigos da produção de gás de xisto nos EUA ou os Rolling Stones fazem canções sobre o tema só pode significar uma coisa: o gás de xisto está a mexer com o mundo. E se para uns é uma das piores ameaças ambientais dos últimos anos, para outros é a galinha dos ovos de ouro.
“Nos EUA, os preços do gás caíram 32% no ano passado, a indústria renasceu e há muitos novos empregos. Há, de facto, grandes alterações na paisagem mas se a extração for bem feita, não há problemas ambientais e, depois de desmontados os poços, a paisagem volta ao normal”, garante o diretor de Economia Energética da BP, Paul Appleby.


É por isso que países como a China, o Reino Unido ou a Polónia estão já a investir milhões na exploração, mas outros, como França, proibiram as técnicas de extração. Em Portugal, a contestação só chegou ao Parlamento quarta-feira, pela voz da deputada d’ Os Verdes, Heloísa Miranda, mas o país está mais atento que nunca.
“Portugal aparece em vários mapas como tendo potencial de gás de xisto e já estamos a fazer os primeiros estudos. Estamos numa fase muito inicial e há grandes pontos de interrogação, mas há também muita informação que nos permite já fazer um ranking das melhores zonas”, diz a investigadora do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), Zélia Pereira.


Duas delas são as Bacias do Algarve e do Baixo Alentejo, onde se sabe que há localizações que apresentam alguns dos sete parâmetros geológicos que mostram que há potencial de gás de xisto economicamente recuperável. O problema é serem zonas protegidas ambientalmente. “Na Praia da Mareta [perto de Sagres e Vila do Bispo], há rochas com cores indicativas da presença de gás de xisto, e na Carrapateira, de sete parâmetros já identificamos quatro, logo é um alvo a investigar”, confirmou a investigadora.
Mas é na Bacia Lusitaniana, nos concelhos do Bombarral, Cadaval e Alenquer, que há mais indícios. Foi aqui que mais pesquisas se fizeram nos últimos anos, incluindo as prospeções das empresas que desde os anos 70 do século passado têm procurado, em vão, petróleo em Portugal. E é também aqui que a Galp está a pesquisar gás natural, incluindo o gás de xisto.


“A Galp não pode excluir uma fonte que tem ganho uma importância crescente no mercado mundial de gás natural. A empresa está empenhada em reforçar a sua estratégia, como se pode verificar pela opção de se tornar operadora na concessão Aljubarrota-3. Isso não significa que a exploração de gás de xisto seja viável nessa concessão”, disse ao Dinheiro Vivo o presidente executivo da empresa.
Manuel Ferreira de Oliveira é muito cauteloso quando fala de recursos. “Em Portugal existem algumas das condições geológicas necessárias para a formação de gás de xisto mas não significa que ele esteja lá ou que haja condições para a sua extração. É necessário fazer estudos geológicos e sísmicos”, explica. E acrescenta: “O primeiro passo está dado, estamos a fazer esses estudos para colmatar essa lacuna de conhecimento”.

 

Ver mais em: Dinheiro Vivo

 



FONTE: Dinheiro Vivo
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

A ABB faz uma demonstração de tecnologia de carregamento de autocarro eléctrico em 15 segundos


2013-06-26
A ausência de linhas aéreas e os tempos de carregamento ultra-rápidos em determinadas paragens de autocarro criam novas oportunidades para a próxima geração de transporte público urbano silencioso, flexível e sem emissões poluentes.   A ABB, o grupo líder em tecnologias para energia e automação, desenvolveu uma nova tecnologia que fornecerá energia ao primeiro sistema de alta capacidade para carr..."">


A ABB faz uma demonstração de tecnologia de carregamento de autocarro eléctrico em 15 segundos


2013-06-26

A ausência de linhas aéreas e os tempos de carregamento ultra-rápidos em determinadas paragens de autocarro criam novas oportunidades para a próxima geração de transporte público urbano silencioso, flexível e sem emissões poluentes.

 

A ABB, o grupo líder em tecnologias para energia e automação, desenvolveu uma nova tecnologia que fornecerá energia ao primeiro sistema de alta capacidade para carregamento instantâneo de autocarros eléctricos públicos.

A ABB acaba de anunciar, no sexagésimo congresso da International Association of Public Transport (UTIP), realizado em Genebra, que está a trabalhar no projecto piloto de autocarro eléctrico público TOSA, em conjunto com a empresa municipal de transportes (TGP), a entidade Office for the Promotion of Industries and Technologies (OPI), e a empresa de electricidade de Genebra SIG.

A nova tecnologia de carregamento será aplicada pela primeira vez a um autocarro eléctrico com capacidade para 135 passageiros. O veículo será directamente carregado em 15 segundos, em paragens determinadas, enquanto os passageiros entram e saem. A aplicação de energia baseia-se num novo tipo de mecanismo automático de carregamento instantâneo. O projecto piloto funcionará entre o aeroporto de Genebra e o recinto internacional de feiras e exposições Palexpo.

Claes Rytoft, Chief Technology Officer em funções na ABB, afirmou: "Graças ao carregamento instantâneo, ser-nos-á possível desenvolver uma nova geração de autocarros eléctricos públicos para utilização urbana, que tornará desnecessárias as linhas aéreas. Este projecto abrirá o caminho à evolução para uma infra-estrutura de transporte mais flexível e económica, reduzindo a poluição e o ruído".

O sistema de alimentação optimizada para eléctricos TOSA (Trolleybus Optimization Système Alimentation) é uma solução sem emissões de dióxido de carbono, dado que a electricidade que consome provém inteiramente de energia hidráulica limpa. O tempo de carregamento é tão curto que não interfere com o horário do autocarro eléctrico. Para além disso, a solução melhora o meio urbano e a paisagem, uma vez que não requer linhas aéreas, e proporciona uma maior flexibilidade no percurso dos veículos. O sistema emprega um braço móbil controlado com laser, que se liga a um receptáculo colocado em cima das paragens do autocarro eléctrico, em vez das clássicas linhas aéreas.

A tecnologia de carregamento instantâneo e o equipamento de tracção a bordo utilizados neste projecto foram desenvolvidos e optimizados pela ABB para linhas de autocarros eléctricos de alta frequência, em áreas urbanas chave, com elevado número de passageiros em horas de ponta. Nas extremidades da linha, um carregamento de entre três e quatro minutos permite colocar as baterias a plena carga. Graças a um inovador sistema eléctrico de propulsão, a energia procedente do equipamento de carregamento pode ser armazenada em baterias compactas, juntamente com a energia produzida pelo sistema de travagem do veículo, para alimentar o autocarro e serviços auxiliares, tais como o sistema interno de iluminação.

 



FONTE: ABB
SERVIÇO: Economia Verde
 

Danish ‘Upcycle House’ Adds New Dimension To Recycling


2013-06-11
The recycling industry, though highly admirable compared to landfilling, has a serious flaw that has hampered much of its expansion over the last half century. The products that are made from the process of breaking down and reforming these “waste” materials tend not to be as valuable as the materials were before they were recycled. In the absence of strong demand for post-consumer recycled materials, the trend of “upcycling,” or the adding of value to reclaimed and re..."">


Danish ‘Upcycle House’ Adds New Dimension To Recycling


2013-06-11

The recycling industry, though highly admirable compared to landfilling, has a serious flaw that has hampered much of its expansion over the last half century. The products that are made from the process of breaking down and reforming these “waste” materials tend not to be as valuable as the materials were before they were recycled.

In the absence of strong demand for post-consumer recycled materials, the trend of “upcycling,” or the adding of value to reclaimed and reused materials, is growing in popularity in many green building circles. Case in point is the Upcycle House, designed by Danish firm Lendager Architects and the Realdania Byg Foundation, which is nearing completion in the town of Nyborg, Denmark. While the actual value being added to the materials used in the project is debatable, the house does find an impressive number of uses for discarded materials that may not otherwise have end markets.

With an estimated price tag of about 1 million euros, or roughly US$175,000, the Upcycle House is intended to be a prototype for mass-produced house that can provide end markets for recycled materials while substantially reducing CO2 emissions and lowering the typical carbon footprints of new houses.

The guts of the four-bedroom, one-bathroom house are based on two standard steel shipping containers that anchor both ends of the structure and provide most of the support. In between the modified containers is an open room created with recovered wood framing and Tecnopor rigid insulation, which is made from glass bottles.

The exterior walls are made of Richlite, a hard paneling materials made from paper waste. During the Richlite process, the manufacturer says, the company uses the waste gases from the paper as a fuel source rather than relying on natural gas. By reusing these gases instead of allowing them to escape, Richlite reduces its CO2 emissions by 80 percent, compared to using a water-based resin in the process.

Drywall is also made of recycled gypsum and insulated with old newspaper fibers. The floors use a material called UPM profi deck, which is a type of “plastic lumber” made from a composite of recycled plastic and wood fibers. For most of the finishing touches, the house uses reclaimed bricks, laths and glass windows. The sloping roof is created from sheets of aluminum made from flattened beverage cans.

The house is also built using helical piles that are literally screwed into the ground, thus saving the labor and energy of excavating soil for the foundation. Later, when the house reaches the end of its life cycle, these piled can be unscrewed are removed with minimal disruption to the landscape.

According to Lendager’s calculations, the work on this modest, 1,076-square-foot Nyborg house has emitted 75 percent less CO2 than would have been produced while making a conventional structure of this size. Once Lendager finishes the Upcycle House, it plans to work with other construction firms in the region to build at least five more houses using the same principles.



FONTE: Earthtechling
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Pode o gás de xisto ser a energia da Europa?


2013-05-30
Entre 14 e 15 de Maio, a VISÃO VERDE esteve no Congresso Europeu de Energia, em Bruxelas, que reuniu os grandes produtores e operadores de eletricidade, gás e petróleo, empresas de engenharia e tecnologia especializadas, associações representativas destes setores, decisores políticos e investigadores para discutir os desafios que se colocam a esta área industrial. Quatro grandes temas dominaram de forma transversal os diferentes painéis do..."">


Pode o gás de xisto ser a energia da Europa?


2013-05-30

Entre 14 e 15 de Maio, a VISÃO VERDE esteve no Congresso Europeu de Energia, em Bruxelas, que reuniu os grandes produtores e operadores de eletricidade, gás e petróleo, empresas de engenharia e tecnologia especializadas, associações representativas destes setores, decisores políticos e investigadores para discutir os desafios que se colocam a esta área industrial.
Quatro grandes temas dominaram de forma transversal os diferentes painéis do encontro: a inexistência de uma política energética comum, na Europa; a inutilidade prática do sistema de Comércio Europeu de Licenças de Emissões, no combate à emissão de CO2; o elevado preço da energia, com forte destaque para a subsidiação das renováveis e o papel que o gás - nomeadamente o gás de xisto - pode ter na chamada "reindustrialização" da Europa.
Sobre uma das mais polémicas energias da atualidade, o gás de xisto, falámos com o homem que representa o lobby europeu do gás, Jean-François Cirelli. Preside à associação europeia que junta os operadores de gás - Eurogás - e à GDF Suez, a maior empresa privada a produzir energia, no mundo.

Qual é a posição da Eurogás em relação à extração do gás de xisto?
É sermos cautelosos. Sabemos que há uma série de mal-entendidos em relação ao gás de xisto, há um problema de aceitação. Os decisores políticos não têm as mesmas visões sobre o assunto. Por exemplo, a França proibiu totalmente a exploração, a Alemanha está a tentar definir as zonas onde se poderá ou não fazer a extração e, por enquanto, os resultados na Polónia não são muito satisfatórios.
Se há de gás de xisto na Europa pelo menos uma coisa deveríamos tentar saber: se esse potencial é real ou não. No final, o que é que é melhor? Termos a nossa própria produção de gás ou importá-lo?
E os custos ambientais? Parece-me que é isso que preocupa as populações e os políticos.
De facto, isso é um verdadeiro problema. É claro que tem de haver preocupações ambientais e alguma coisa tem de ser feita nesse campo, mas temos todas as tecnologias para poder lidar com essa questão.
Portanto, considera que o custo-benefício deve levar os políticos a definir uma política no sentido da extração do gás de xisto?
Sabe, o que eu vejo é que para os Estados Unidos da América é uma enorme vantagem, em termos económicos, nas atuais circunstâncias...

Qual é a posição da Eurogás em relação à extração do gás de xisto?
É sermos cautelosos. Sabemos que há uma série de mal-entendidos em relação ao gás de xisto, há um problema de aceitação. Os decisores políticos não têm as mesmas visões sobre o assunto. Por exemplo, a França proibiu totalmente a exploração, a Alemanha está a tentar definir as zonas onde se poderá ou não fazer a extração e, por enquanto, os resultados na Polónia não são muito satisfatórios.
Se há de gás de xisto na Europa pelo menos uma coisa deveríamos tentar saber: se esse potencial é real ou não. No final, o que é que é melhor? Termos a nossa própria produção de gás ou importá-lo?
E os custos ambientais? Parece-me que é isso que preocupa as populações e os políticos.
De facto, isso é um verdadeiro problema. É claro que tem de haver preocupações ambientais e alguma coisa tem de ser feita nesse campo, mas temos todas as tecnologias para poder lidar com essa questão.
Portanto, considera que o custo-benefício deve levar os políticos a definir uma política no sentido da extração do gás de xisto?
Sabe, o que eu vejo é que para os Estados Unidos da América é uma enorme vantagem, em termos económicos, nas atuais circunstâncias...

Qual é a posição da Eurogás em relação à extração do gás de xisto?
É sermos cautelosos. Sabemos que há uma série de mal-entendidos em relação ao gás de xisto, há um problema de aceitação. Os decisores políticos não têm as mesmas visões sobre o assunto. Por exemplo, a França proibiu totalmente a exploração, a Alemanha está a tentar definir as zonas onde se poderá ou não fazer a extração e, por enquanto, os resultados na Polónia não são muito satisfatórios.
Se há de gás de xisto na Europa pelo menos uma coisa deveríamos tentar saber: se esse potencial é real ou não. No final, o que é que é melhor? Termos a nossa própria produção de gás ou importá-lo?
E os custos ambientais? Parece-me que é isso que preocupa as populações e os políticos.
De facto, isso é um verdadeiro problema. É claro que tem de haver preocupações ambientais e alguma coisa tem de ser feita nesse campo, mas temos todas as tecnologias para poder lidar com essa questão.
Portanto, considera que o custo-benefício deve levar os políticos a definir uma política no sentido da extração do gás de xisto?
Sabe, o que eu vejo é que para os Estados Unidos da América é uma enorme vantagem, em termos económicos, nas atuais circunstâncias...

Qual é a posição da Eurogás em relação à extração do gás de xisto?
É sermos cautelosos. Sabemos que há uma série de mal-entendidos em relação ao gás de xisto, há um problema de aceitação. Os decisores políticos não têm as mesmas visões sobre o assunto. Por exemplo, a França proibiu totalmente a exploração, a Alemanha está a tentar definir as zonas onde se poderá ou não fazer a extração e, por enquanto, os resultados na Polónia não são muito satisfatórios.
Se há de gás de xisto na Europa pelo menos uma coisa deveríamos tentar saber: se esse potencial é real ou não. No final, o que é que é melhor? Termos a nossa própria produção de gás ou importá-lo?
E os custos ambientais? Parece-me que é isso que preocupa as populações e os políticos.
De facto, isso é um verdadeiro problema. É claro que tem de haver preocupações ambientais e alguma coisa tem de ser feita nesse campo, mas temos todas as tecnologias para poder lidar com essa questão.
Portanto, considera que o custo-benefício deve levar os políticos a definir uma política no sentido da extração do gás de xisto?
Sabe, o que eu vejo é que para os Estados Unidos da América é uma enorme vantagem, em termos económicos, nas atuais circunstâncias...

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FONTE: Visão
SERVIÇO: Economia Verde
 

ERSE comemora dia da Energia com simuladores Viatecla


2013-05-29
Dia Mundial da Energia foi celebrado pela ERSE com simuladores Viatecla. A Viatecla desenvolveu para a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços de Energia - dois novos simuladores, que foram apresentados pela mesma, no Dia Mundial da Energia. O Simulador de Rotulagem de Electricidade destina-se ao mercado doméstico, e permite ao utilizador visualizar através de um gráfico a origem e fontes da energia que consome. Este simulador faz também uma comparaç..."">


ERSE comemora dia da Energia com simuladores Viatecla


2013-05-29

Dia Mundial da Energia foi celebrado pela ERSE com simuladores Viatecla.

A Viatecla desenvolveu para a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços de Energia - dois novos simuladores, que foram apresentados pela mesma, no Dia Mundial da Energia.
O Simulador de Rotulagem de Electricidade destina-se ao mercado doméstico, e permite ao utilizador visualizar através de um gráfico a origem e fontes da energia que consome. Este simulador faz também uma comparação com exemplos práticos dos resíduos radioactivos resultantes do consumo de electricidade.
O novo simulador apresenta um grafismo atractivo e um interface muito simples. O utilizador precisa apenas de preencher os campos com a sua localização, período de facturação, empresa fornecedora (EDP ou outro), tensão instalada, número de membros do agregado familiar ou consumo da factura.
O Simulador de Facturação de Energia Eléctrica destina-se ao mercado empresarial, e faz uma previsão do valor da factura de electricidade com base no tipo de instalação eléctrica e nos consumos anteriores. Realiza também a simulação desses consumos noutros tarifários, permitindo às empresas escolher tarifários mais vantajosos adaptados às suas necessidades.   
"Temos por missão usar a tecnologia para disponibilizar informação útil e interactiva aos cidadãos. Os simuladores da ERSE contribuem para a consciencialização dos consumidores e em alguns casos a redução da sua factura de electricidade", afirma Pedro Seabra, CEO da VIATECLA.



FONTE: ERSE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Já é possível imprimir painéis solares


2013-05-23
E se pudesse imprimir, no conforto e sua casa, os seus próprios painéis solares? Esta realidade que pode estar mais próxima depois de investigadores australianos ter construído uma impressora de painéis flexíveis, capaz de imprimir dez metros de células solares em plástico e aço, em apenas um minuto. Os cientistas acreditam que estes painéis flexíveis podem vir a ter uma grande variedade de aplicações. ..."">


Já é possível imprimir painéis solares


2013-05-23

E se pudesse imprimir, no conforto e sua casa, os seus próprios painéis solares? Esta realidade que pode estar mais próxima depois de investigadores australianos ter construído uma impressora de painéis flexíveis, capaz de imprimir dez metros de células solares em plástico e aço, em apenas um minuto.

Os cientistas acreditam que estes painéis flexíveis podem vir a ter uma grande variedade de aplicações. A alimentação de serviços de iluminação pública, publicidade digital e de outros elementos interativos são as possibilidades indicadas pela equipa australiana.

A impressora, no valor de cerca de 150 mil euros, é capaz de imprimir painéis solares à velocidade de 10 metros por minuto, o que significa que consegue produzir uma célula a cada dois segundos. Os investigadores começaram por criar células quadradas do tamanho de unhas, sendo que hoje cada uma delas tem uma largura de 30 centímetros.

O cientista Scott Watkins, da agência australiana CSIRO, salienta no site oficial da organização que "muitas coisas podem ser feitas com células deste tamanho". Um dos objetivos da equipa é passar a alimentar computadores portáteis com esta tecnologia.

David Jones, coordenador do projeto VICOSC e investigador da Universidade de Melbourne, indica que "ao imprimir diretamente em materiais como o aço, também vai ser possível incorporar as células solares em materiais de construção de telhados".

"Estamos a usar as mesmas técnicas que são usadas para imprimir imagens em t-shirts", explica. As células fotovoltaicas conseguem produzir entre 10 e 50 watts por metro quadrado e podem vir a ser usadas "para melhorar a eficiência dos tradicionais painéis solares de silício".

"Diferentes tipos de células captam a luz de diferentes partes do espetro solar. Por isso, em vez de se tornarem tecnologias concorrentes, são na verdade muito complementares", explica Scott Watkins.

 



FONTE: Boas Notícias
SERVIÇO: Economia Verde
 

Seminário de Abertura Projeto r.ed_ZERO‏


2013-05-07
As entidades promotoras do projeto r.ed_ZERO – Rede edifícios impacto zero convidam V.Exa. para o Seminário de Abertura do projeto que terá lugar no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, no próximo dia 10 de Maio pelas 14:00h. Para mais informações  e confirmação de presença, por favor contacte o secretariado através do email info@re..."">


Seminário de Abertura Projeto r.ed_ZERO‏


2013-05-07

As entidades promotoras do projeto r.ed_ZERO – Rede edifícios impacto zero convidam V.Exa. para o Seminário de Abertura do projeto que terá lugar no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, no próximo dia 10 de Maio pelas 14:00h.

Para mais informações  e confirmação de presença, por favor contacte o secretariado através do email info@redzero.pt.

A Carboneutral, tem uma participação ativa como entidade fornecedora de serviços em diferentes componentes do projeto procurando a otimização dos consumos de energia em edifícios.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: r.ed_ZERO
 

Madrid encara a possibilidade de explorar o gás de xisto


2013-04-26
“O Governo dá asas à fraturação hidráulica”, escreve El País, numa altura em que um projeto de lei do Governo espanhol, aprovado a 1 de março, visa facilitar o desenvolvimento dessa controversa técnica de extração de gás, já contestada pelos municípios afetados e pelas associações ambientalistas. Segundo as estimativas, Espanha dispõe de recursos de gás não co..."">


Madrid encara a possibilidade de explorar o gás de xisto


2013-04-26

“O Governo dá asas à fraturação hidráulica”, escreve El País, numa altura em que um projeto de lei do Governo espanhol, aprovado a 1 de março, visa facilitar o desenvolvimento dessa controversa técnica de extração de gás, já contestada pelos municípios afetados e pelas associações ambientalistas. Segundo as estimativas, Espanha dispõe de recursos de gás não convencional para 39 anos de consumo e num montante de €700 mil milhões, enquanto as empresas do setor anunciam investimentos entre os 700 milhões e os 1000 milhões de euros para os próximos anos. E “não há razões absolutas para proibir” o seu desenvolvimento em Espanha, se “os efeitos colaterais para o ambiente forem rigorosamente controlados”, precisa El País, que adianta que as opiniões sobre a fraturação – “fracking” em inglês – estão divididas:

Para uns, esta técnica de extração de gás fará inutilmente de Espanha uma espécie de queijo gruyère. Para outros, é a oportunidade de ouro para um país que importa 99% dos hidrocarbonetos que consome.
Uma divisão sobre o assunto que também se repete na Europa, acrescenta o diário madrileno:

A Europa não tem legislação comum sobre as condições ambientais para desenvolver este controverso método e, ao que parece, não terá tão cedo. A divisão entre os países e até mesmo entre os comissários [europeus] competentes nos diferentes domínios é evidente. A França, a Irlanda ou a Bulgária impõe moratórias sobre a fraturação. A Polónia aposta forte neste método. Até aqui, os relatórios apresentados pela Comissão Europeia ou pelo Parlamento mostraram conclusões divergentes.



FONTE: Pressgroup
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

A energia flui do petróleo às renováveis: e você pensa dentro ou fora do barril?


2013-04-16
“O petróleo é a fonte mais versátil que encontrámos até hoje. Não vai ser fácil desalojá-lo”, analisa António Costa Silva. Mas a descarbonização é “incontornável”, diz Jorge Vasconcelos. Saiba o que pensam alguns dos principais especialistas nacionais sobre o futuro energético de Portugal. Portugal tem uma dependência energética do exterior próxima do..."">


A energia flui do petróleo às renováveis: e você pensa dentro ou fora do barril?


2013-04-16
“O petróleo é a fonte mais versátil que encontrámos até hoje. Não vai ser fácil desalojá-lo”, analisa António Costa Silva. Mas a descarbonização é “incontornável”, diz Jorge Vasconcelos. Saiba o que pensam alguns dos principais especialistas nacionais sobre o futuro energético de Portugal.

Portugal tem uma dependência energética do exterior próxima dos 80%. Entre fontes endógenas e combustíveis fósseis importados, o balanço nacional é historicamente deficitário, mas desde 2005 que a aposta nas energias renováveis tem ajudado a desagravar esse registo. O debate em torno deste tema fluiu, em diversos momentos, para posições polarizadas. Mas António Costa Silva, presidente da petrolífera Partex, poderá ser visto como a prova de que um caminho não exclui o outro. 

 

“Na indústria petrolífera existem dois tipos de pessoas: as que pensam dentro do barril e as que pensam fora do barril. Eu gosto de pensar fora do barril”, comentou António Costa Silva esta sexta-feira, arrancando gargalhadas à plateia que assistia à conferência de lançamento do Simulador 2050, uma ferramenta que a EDP passou a disponibilizar “online” para permitir ao público em geral entender as implicações do sector energético nas metas ambientais de longo prazo.

 

António Costa Silva, sendo um gestor ligado ao petróleo, não deixa de manifestar, há anos, a sua simpatia para com as energias renováveis. Mas o presidente da Partex reconhece que a disputa do mercado energético global entre combustíveis fósseis e fontes renováveis será intensa. “O petróleo é a fonte mais versátil que encontrámos até hoje. Não vai ser fácil desalojá-lo”, comenta o gestor. “As mudanças tenderão a ser lentas”, acrescenta.

 

Apesar de os interesses da Partex estarem concentrados essencialmente no petróleo, António Costa Silva não tem hesitações ao afirmar que “a electrificação do sistema de transportes mundial vai ser uma das grandes revoluções do século”. António não está só. Outro António, mas com Mexia no apelido, tem repetidamente sublinhado a sua convicção de que a economia será cada vez mais eléctrica. “A energia eléctrica está do lado da solução e não do problema”, apontou o presidente da EDP, notando que “o debate sobre a energia em Portugal tem sido distorcido”.

 

Para António Mexia, “é preciso que as pessoas saibam quais são as escolhas e os custos de oportunidade”. Foi nesse sentido que a EDP lançou o Simulador 2050, onde o utilizador poderá fazer as suas projecções sobre a evolução do consumo no longo prazo, a incorporação de diferentes opções energéticas renováveis e uma maior ou menor adesão à mobilidade eléctrica, por exemplo. “A ferramenta é pensada para ser intuitiva, aberta ao público, mas não deixa de ter alguma complexidade”, explicou Pedro Neves Ferreira, director de planeamento energético da EDP.

 

E como não há duas sem três, um terceiro António juntou ao debate a visão da indústria. António Saraiva, presidente da CIP, considera que “são inevitáveis acções firmes na área dos transportes e da construção”, para promover a eficiência energética em Portugal. Admitindo que “a aposta nas renováveis é boa”, o líder da confederação patronal não deixa de manifestar o desconforto com os sobrecustos de algumas destas fontes. “Deseja-se que a energia eólica entre rapidamente no regime de preços de mercado”, refere António Saraiva. E o nuclear? Sem tabus. “Não se deve descartar a opção nuclear no bloco ibérico”, sugere.

 

Para diversos especialistas, Portugal não tem um consumo eléctrico que justifique a escala de um investimento numa central nuclear. Sobretudo num momento como o actual, em que a economia está em retracção e a aposta feita na última década em nova capacidade renovável criou um parque electroprodutor mais que suficiente para responder à procura projectada até 2020.

 

“Isto tem a ver com políticas públicas”

 

Sem restringir o debate à produção de electricidade, que representa sensivelmente um quarto de toda a energia consumida em Portugal (o restante vem, sobretudo, do mercado de produtos petrolíferos), Jorge Vasconcelos, o antigo presidente da ERSE, chama a atenção: “quando falamos de descarbonização da economia isto não significa só electricidade, tem a ver com políticas públicas”.

 

Agora consultor na área da energia, através da empresa New Energy Solutions, Jorge Vasconcelos acredita que “descarbonizar os transportes é incontornável”, quer pela adopção de motores mais eficientes no consumo dos combustíveis, quer pela electrificação do parque automóvel. 

 

Mas Jorge Vasconcelos vai mais longe. Reconhecendo o trabalho feito por Portugal no domínio das energias renováveis, algumas multinacionais, como as de “data centers”, poderão ver no nosso país uma localização interessante para se instalarem, adquirindo “electricidade verde” e pondo essa etiqueta nos seus relatórios de sustentabilidade. “Temos boas condições em Portugal para atrair a grande indústria”, declara o antigo regulador da energia.

 

Nuno Lacasta, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), observa ainda a importância do desenvolvimento de tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês). “No horizonte de 2050, creio que para certos sectores da indústria será central a integração da lógica de CCS”, comenta Lacasta.

 

O planeamento energético de longo prazo está na base da tomada de decisões de investimento nas tecnologias de amanhã. No entanto, pensar num horizonte de décadas apresenta desafios. Mesmo os planos traçados pelo Governo português até 2020 têm uma dose considerável de incerteza, conforme assume o secretário de Estado da Energia.

 

“Hoje em dia não é fácil desenhar políticas energéticas e de sustentabilidade ambiental. As opções são muitas e as variáveis políticas e económicas também são muitas e mudam constantemente”, analisa Artur Trindade. E como “todas as opções energéticas são intensivas em capital”, acrescenta o secretário de Estado, cabe ao Governo criar um enquadramento regulatório “estável e atractivo”, para que as empresas possam tomar as suas decisões de investimento.

 

Uma factura energética de 7 mil milhões de euros

 

O debate sobre a transição para uma economia de baixo carbono (a meta da União Europeia é que até 2050 os países reduzam as emissões de CO2 em 80% face aos níveis de 1990) está longe de produzir consensos. Ainda assim, António Mexia destaca que “a descarbonização da economia tem de ser vista como uma oportunidade”, quer pela geração de emprego, quer pelo estímulo à investigação nas universidades.

 

Os dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) mostram que a dependência energética portuguesa tem vindo a diminuir. Em 2005 rondava os 89%. Em 2011 estava nos 77%. Neste ano o petróleo valia 53,8% da energia final consumida em Portugal, a electricidade 26,9%, o gás natural 9,5% e a biomassa 8,5%.

 

Apesar da aposta feita nas fontes renováveis, com maior expressão no sector eléctrico, Portugal não evitou um agravamento da sua factura energética global, que em 2011 se traduziu num saldo importador de 7,1 mil milhões de euros, mais 27,7% do que em 2010. Tratou-se do segundo maior valor em seis anos, apenas abaixo da factura de 2008, ano marcado pela escalada histórica da cotação do petróleo.

 

Embora o recurso a energias amigas do ambiente permita a Portugal, e aos outros países, cumprir as metas assumidas em prol do combate ao aquecimento global, os caminhos para lá chegar não estão livres de obstáculos.

 

No domínio da produção de electricidade, a geração térmica (a carvão ou a gás natural) apresenta-se ainda com custos mais competitivos do que os das tarifas garantidas às diversas fontes renováveis. Do seu lado, as “energias verdes” têm um progresso tecnológico que em alguns casos já trouxe a paridade de rede, isto é, a capacidade de concorrer na venda da energia em mercado, sem necessidade de subsídios. No entanto, a intermitência de recursos como o vento e o sol torna necessária a continuidade de soluções fiáveis, entre as quais as centrais termoeléctricas.

 

Por outro lado, no consumo de combustíveis rodoviários as metas europeias para 2020 prevêem a incorporação de 10% de fontes limpas, mas a inclusão de biocombustíveis tem como contrapartida o encarecimento do custo do produto para os consumidores.

 

O debate dificilmente convencerá toda a sociedade quanto aos caminhos a seguir. Mas para António Mexia é “inquestionável” a necessidade de pôr a informação na praça pública. “A EDP gosta desta discussão transparente, clara”, assegura o gestor.



FONTE: Jornal de Negócios
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Eficiência Energética - Energias Renováveis


2013-04-10

Resolução do Conselho de Ministros 20/2013 10/04/2013 
Aprova o Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética para o período 2013-2016 e o Plano Nacional de Ação para as Energias Renováveis para o período 2013-2020


Eficiência Energética - Energias Renováveis


2013-04-10

Resolução do Conselho de Ministros 20/2013 10/04/2013 
Aprova o Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética para o período 2013-2016 e o Plano Nacional de Ação para as Energias Renováveis para o período 2013-2020



FONTE: DRE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Renováveis abastecem Portugal de eletricidade


2013-04-02
Eólicas e barragens têm mantido o país praticamente livre de emissões de CO2 na produção de eletricidade, nos últimos cinco dias.   Nos últimos cinco dias de março Portugal viu as suas necessidades de energia eléctrica praticamente satisfeitas a 100% pelas renováveis. Eólicas e barragens estão a gerar eletricidade suficiente para todo o país, incluindo nas horas de maior procura (das 8h..."">


Renováveis abastecem Portugal de eletricidade


2013-04-02

Eólicas e barragens têm mantido o país praticamente livre de emissões de CO2 na produção de eletricidade, nos últimos cinco dias.

 

Nos últimos cinco dias de março Portugal viu as suas necessidades de energia eléctrica praticamente satisfeitas a 100% pelas renováveis.

Eólicas e barragens estão a gerar eletricidade suficiente para todo o país, incluindo nas horas de maior procura (das 8h às 10h e das 19h às 21h), tendo havido ainda lugar a um incremento na exportação de energia.

De acordo com os dados agora revelados pela REN - Redes Energéticas Nacionais, o recurso às centrais térmicas a carvão foi residual e, no caso das centrais a gás natural, já não são usadas desde o passado dia 27 de março.

Os dados da REN mostram ainda que, por exemplo no passado domingo (ver gráfico), dos 104,7 gigawatts (GW) de eletricidade consumidos ao longo de todo o dia, apenas 3,7 GW tiveram origem em centrais térmicas a carvão.

 



FONTE: Expresso
SERVIÇO: Economia Verde
 

Noruega: dois edifícios vão produzir mais energia do que consomem


2013-04-01
Em Oslo, na Noruega, dois edifícios de escritórios estão a ser adaptados para que não tenham de gastar electricidade, gerando ainda energia extra. Os edifícios vão produzir energia solar no local, apesar do tempo sombrio, bem como energia geotérmica. A transformação vai passar pela retenção de calor através de fachadas de madeira pretas, um design interior que permite o fluxo de ar sem recurso a ventiladores e..."">


Noruega: dois edifícios vão produzir mais energia do que consomem


2013-04-01


Em Oslo, na Noruega, dois edifícios de escritórios estão a ser adaptados para que não tenham de gastar electricidade, gerando ainda energia extra. Os edifícios vão produzir energia solar no local, apesar do tempo sombrio, bem como energia geotérmica.
A transformação vai passar pela retenção de calor através de fachadas de madeira pretas, um design interior que permite o fluxo de ar sem recurso a ventiladores e um alto grau de isolamento capaz de cortar o recurso à electricidade até 90%.
O projecto é ambicioso. Mas os seus defensores dizem que as modificações trarão um retorno económico a longo prazo, eliminando os custos de aquecimento e de iluminação nos prédios.
A electricidade gerada será mais do que suficiente para cobrir a iluminação, o aquecimento e a energia utilizada para produzir e reciclar os materiais de construção. Não será usada para a alimentação de equipamentos trazidos pelos inquilinos, desde computadores a máquinas de café.
Segundo a Reuters, a transformação das estruturas pretende mostrar que o sector da construção pode fazer mais do que actualmente faz para combater a mudança climática.
A ONU revelou que o sector da construção é o que tem o maior potencial – mais que o da indústria ou o dos transportes – para poupar dinheiro e proceder a grandes cortes nas emissões de gases com efeito estufa que são libertados através da combustão de combustíveis fósseis. O sector da construção consome cerca de 40% da energia mundial e emite um terço das emissões de gases poluentes criados pelo homem.
Até agora, o maior foco de produção de energia verde tem estado dirigido a edifícios novos, não a antigos. No entanto, cerca de 80% dos edifícios existentes nos países desenvolvidos ainda estará de pé em 2050, pelo que os governos têm de encontrar estratégias para reduzir os seus gastos.
Em Fevereiro de 2014, depois da remodelação dos edifícios, uma consultora ambiental e de arquitectura, a Asplan Viak, irá ocupar as novas instalações.

 



FONTE: GreenSavers
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

PPEC 2013 - 2014


2013-03-20
Plano de Promoção da Eficiência no Consumo   O PPEC é o conjunto de medidas de promoção da eficiência no consumo, procedimentos e recursos financeiros associados, nos termos previstos no Regulamento Tarifário do Setor Elétrico e na Portaria n.º 26/2013, de 24 de janeiro. 1 - São consideradas elegíveis no âmbito do PPEC as seguintes medidas: a) Medidas que visam a redução do consumo ..."">


PPEC 2013 - 2014


2013-03-20

Plano de Promoção da Eficiência no Consumo

 

O PPEC é o conjunto de medidas de promoção da eficiência no consumo, procedimentos e recursos financeiros associados, nos termos previstos no Regulamento Tarifário do Setor Elétrico e na Portaria n.º 26/2013, de 24 de janeiro.

1 - São consideradas elegíveis no âmbito do PPEC as seguintes medidas:
a) Medidas que visam a redução do consumo de energia elétrica ou a gestão de cargas, de forma permanente, que possam ser claramente verificáveis e mensuráveis, não devendo o respetivo impacte na poupança de energia ter sido já contemplado noutras medidas específicas.
b) Medidas de informação e de divulgação que, embora não tenham impactes diretos mensuráveis, sejam indutoras de comportamentos mais racionais e permitam a tomada de decisão mais consciente pelos visados, no que diz respeito à adoção de soluções mais eficientes no consumo de energia elétrica.

 

Anuncia-se que estão abertas até 15 de maio de 2013 as candidaturas ao Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica (PPEC) 2013 - 2014.



FONTE: ERSE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Energia Proveniente de Fontes Renováveis


2013-03-18
Decreto-Lei 39/2013 18/03/2013 O presente decreto-lei procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 141/2010 , de 31 de dezembro, que transpõe parcialmente para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2009/28/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de abril, relativa à promoção da utilização de energia proveniente de fontes renováveis, estabelece as metas nacionais de utilização de en..."">


Energia Proveniente de Fontes Renováveis


2013-03-18

Decreto-Lei 39/2013 18/03/2013

O presente decreto-lei procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 141/2010 , de 31 de dezembro, que transpõe parcialmente para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2009/28/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de abril, relativa à promoção da utilização de energia proveniente de fontes renováveis, estabelece as metas nacionais de utilização de energia renovável no consumo final bruto de energia e para a quota de energia proveniente de fontes renováveis consumida pelos transportes, define os métodos de cálculo da quota de energia proveniente de fontes de energia renováveis e estabelece o mecanismo de emissão de garantias de origem para a eletricidade a partir de fontes de energia renováveis.



FONTE: DRE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Energia em Portugal


2013-03-11
Faça parte do mercado da energia em Portugal. Conheça quem está no sector e as áreas de negócio. Dê a conhecer a sua empresa lá fora! Em Junho de 2013, para além de um anuário e papel, esta plataforma digital vai estar acessível para consulta em qualquer lado do mundo. Inscreva a sua empresa (1º nível de informação gratuito) e amplie os seus negócios. Somos o primeiro anuário dedic..."">


Energia em Portugal


2013-03-11

Faça parte do mercado da energia em Portugal. Conheça quem está no sector e as áreas de negócio. Dê a conhecer a sua empresa lá fora!

Em Junho de 2013, para além de um anuário e papel, esta plataforma digital vai estar acessível para consulta em qualquer lado do mundo.
Inscreva a sua empresa (1º nível de informação gratuito) e amplie os seus negócios.

Somos o primeiro anuário dedicado em exclusivo à energia em Portugal e a primeira plataforma online que reune todos os players da energia.



FONTE: Energia Portugal
 

Começa na Colômbia conferência da CEPAL sobre desenvolvimento sustentável


2013-03-08
Começou na quinta-feira (07) a Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável na América Latina e Caribe: Monitorização da agenda para o desenvolvimento pós-2015 e Rio+20, em Bogotá, Colômbia. O encontro, organizado pela Comissão Económica para América Latina e Caribe (CEPAL) e pelo Governo da Colômbia, vai analisar os avanços da região no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Mil&ea..."">


Começa na Colômbia conferência da CEPAL sobre desenvolvimento sustentável


2013-03-08

Começou na quinta-feira (07) a Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável na América Latina e Caribe: Monitorização da agenda para o desenvolvimento pós-2015 e Rio+20, em Bogotá, Colômbia.
O encontro, organizado pela Comissão Económica para América Latina e Caribe (CEPAL) e pelo Governo da Colômbia, vai analisar os avanços da região no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), da agenda de desenvolvimento pós-2015 e dos acordos firmados na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).
A conferência, que terminará em 9 de março e conta com a participação de todas as Agências da ONU que atuam na região, está sendo transmitida na Internet.



FONTE: ONUBR
SERVIÇO: Economia Verde
 

Governo revê em baixa o crescimento das renováveis até 2020


2013-03-01
Governo explica que "mantém a aposta nas fontes de energia renovável", mas que é preciso ajustar "excesso de oferta de produção de eletricidade decorrente da redução da procura" de forma a "mitigar os custos inerentes". O Governo aprovou hoje a revisão dos planos que estabelecem metas no que toca à eficiência energética e às energias renováveis, revendo em baixa o crescimento ..."">


Governo revê em baixa o crescimento das renováveis até 2020


2013-03-01

Governo explica que "mantém a aposta nas fontes de energia renovável", mas que é preciso ajustar "excesso de oferta de produção de eletricidade decorrente da redução da procura" de forma a "mitigar os custos inerentes".
O Governo aprovou hoje a revisão dos planos que estabelecem metas no que toca à eficiência energética e às energias renováveis, revendo em baixa o crescimento das fontes renováveis até 2020.
 
De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros de hoje, o Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis é redefinido "em função do cenário actual de excesso de oferta de produção de eletricidade decorrente de uma redução da procura, de forma a adequar e a mitigar os custos inerentes".
 
Na prática, o Governo reviu em baixa o crescimento das renováveis até 2020, o que se sentirá sobretudo na produção de energia, a partir do vento e do sol, passando dos anteriores 6,8 gigawatts (GW) e 1,5GW previstos pelo anterior Governo para 5,3GW e 0,55GW, respetivamente.
 
O Governo explica que "mantém a aposta nas fontes de energia renovável muito relevantes na promoção de um 'mix' energético equilibrado, que reforce a segurança de abastecimento e diminua o risco da variabilidade do preço de determinadas 'commodities' e respetivas implicações na fatura energética nacional".
 
Por seu lado, o principal objectivo da revisão do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética 2013-2016 é "projetar novas ações e metas para 2016, integrando as preocupações relativas à redução de energia primária para o horizonte de 2020, constantes da diretiva comunitária relativa à eficiência energética".



FONTE: Jornal de Negócios
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Desafios e Oportunidades na Energia


2013-02-24
Congresso Internacional Energia – Políticas, Inovação e Negócios  Seminário de Apresentação e debate de resultados 27 de fevereiro de 2013 * Hotel Axis de Viana do Castelo   16h00    -     Receção dos convidados 16h15    -     Abertura da Sessão              ..."">


Desafios e Oportunidades na Energia


2013-02-24

Congresso Internacional

Energia – Políticas, Inovação e Negócios

 Seminário de Apresentação e debate de resultados

27 de fevereiro de 2013 * Hotel Axis de Viana do Castelo

 

16h00    -     Receção dos convidados

16h15    -     Abertura da Sessão

                      Chairman do Congresso, Prof. Luis Braga da Cruz

                      Presidente da AEVC – Ass. Empresarial de Viana do Castelo, Eng. Luis Ceia

                      Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Eng. José Maria Costa

                      Presidente da AIMinho – Associação Empresarial, Dr. António Marques

16h30    -     Apresentação do Livro

                      “Desafios e Oportunidades na Área da Energia – Políticas, Inovação e Negócios”

                      Conclusões do Congresso Internacional realizado em Viana do Castelo

                      Eng. Alexandre Vilaça, Carboneutral

16h50    -     “Viana do Castelo - Centro de gravidade da energia em Portugal”

                      Prof. Luis Braga da Cruz

17h10    -     Debate

17h30    -     Encerramento



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Sustentabilidade
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Produção de Eletricidade


2013-02-19
Decreto-Lei 25/2013 19/02/2013  Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de unidades de microprodução, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 34/2011, de 8 de março, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção ..."">


Produção de Eletricidade


2013-02-19

Decreto-Lei 25/2013 19/02/2013 
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de unidades de microprodução, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 34/2011, de 8 de março, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por unidades de miniprodução.



FONTE: DRE
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Desafios e Oportunidades na Energia


2013-02-18
Dia 27 de Fevereiro será apresentado o livro com as principais conclusões do Congresso Internacional ENERGIA: POLÍTICAS, INOVAÇÃO E NEGÓCIOS. O congresso que contou com a participação de cerca de 30 personalidades da área da energia desenvolveu-se sob os seguintes temas: Energia e Sociedade - Por uma Economia de Baixo Carbono Políticas de energia: Metas Europeias para 2020, Politicas nacionais de energia, MIBEL En..."">


Desafios e Oportunidades na Energia


2013-02-18

Dia 27 de Fevereiro será apresentado o livro com as principais conclusões do Congresso Internacional ENERGIA: POLÍTICAS, INOVAÇÃO E NEGÓCIOS.

O congresso que contou com a participação de cerca de 30 personalidades da área da energia desenvolveu-se sob os seguintes temas:

  • Energia e Sociedade - Por uma Economia de Baixo Carbono
  • Políticas de energia: Metas Europeias para 2020, Politicas nacionais de energia, MIBEL
  • Energia e Economia: Custos e Tarifas, Regulação, Politicas de Preços
  • Futuro das Energias Renováveis
  • Energia e Sociedade: Politica Local, Eficiência Energética (empresas, habitação e transportes)
  • Energia e Oportunidades de Negócio

A Carboneutral está a desenvolver os trabalhos com vista a reunir a informação das intervenções e das conclusões do congresso para a preparação de um documento único na área da energia.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Sustentabilidade
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

A taxa de dependência energética de Portugal era de 77,4% em 2011, acima da média dos 27 países


2013-02-13
  O consumo de energia diminuiu 5,2% em Portugal, entre 2008 e 2011. No mesmo período, a União Europeia (UE) registou uma queda de 5,7%. Dos 27 estados membros da UE, 23 observaram uma redução do consumo energético com a Lituânia a encabeçar a lista (24,5%). Seguiram-se a Irlanda e a Grécia que reduziram em 12,3% o consumo de energia nos três anos considerados.   A crise financeira e consequente abrandamento econó..."">


A taxa de dependência energética de Portugal era de 77,4% em 2011, acima da média dos 27 países


2013-02-13

 

O consumo de energia diminuiu 5,2% em Portugal, entre 2008 e 2011. No mesmo período, a União Europeia (UE) registou uma queda de 5,7%. Dos 27 estados membros da UE, 23 observaram uma redução do consumo energético com a Lituânia a encabeçar a lista (24,5%). Seguiram-se a Irlanda e a Grécia que reduziram em 12,3% o consumo de energia nos três anos considerados.
 
A crise financeira e consequente abrandamento económico observados na região são a principal explicação apontada pelo Eurostat, gabinete de estudos estatísticos da UE, para o fenómeno observado.
 
Em 2011 a taxa de dependência energética de Portugal era de 77,4%, acima dos 53,8% registados na UE a 27. Os países menos dependentes de energia, no ano de 2011 eram a Estónia (12%), Roménia (21%) e República Checa (29%). Por outro lado, Malta e Luxemburgo eram os países mais dependentes energeticamente 101% e 97%, respectivamente.

Ver artigo completo em: Jornal de Negócios



FONTE: Jornal de Negócios
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Projeto READI considerado uma Boa Prática a nível europeu


2013-02-11
O Projeto READI foi considerado uma Boa Prática a nível europeu. O projeto que incluiu um conjunto de ações focadas na promoção e difusão de práticas e conhecimentos tendentes a um modelo de desenvolvimento sustentado, através do qual a competitividade das empresas se inicia pela utilização racional da energia, seja pela introdução de medidas internas de eficiência energética, seja pela procu..."">


Projeto READI considerado uma Boa Prática a nível europeu


2013-02-11

O Projeto READI foi considerado uma Boa Prática a nível europeu.
O projeto que incluiu um conjunto de ações focadas na promoção e difusão de práticas e conhecimentos tendentes a um modelo de desenvolvimento sustentado, através do qual a competitividade das empresas se inicia pela utilização racional da energia, seja pela introdução de medidas internas de eficiência energética, seja pela procura de alternativas em termos de energias renováveis, e culmina na adoção dos sistemas mais avançados em termos de práticas ambientais.


A Carboneutral teve uma intervenção ao nível do envolvimento empresarial no projeto, tendo sido responsável pela intervenção na região norte de Portugal.
Este reconhecimento é sem dúvida um incentivo para os parceiros do Projeto (CEC/CCI e UERN) e para a Carboneutral, pelo empenho colocado nesta iniciativa e pelos resultados atingidos.

Este reconhecimento foi atribuído pelo Environmental Compliance Assistance Programme for SMEs  da União Europeia.

 



FONTE: Environmental Compliance Assistance Programme for SMEs
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: READI
 

SUSTENTABILIDADE - Licença para operar em todos os mercados


2013-02-07
De acordo com um estudo recente realizado pela consultora Accenture a 250 executivos de topo espalhados por diversas geografias, a maioria das empresas encontra-se verdadeiramente comprometida com a sustentabilidade enquanto fonte de crescimento e não somente como uma via para melhorar a sua reputação. Os executivos concordam também que a sustentabilidade não é só uma licença para operar nos mercados mais sensíveis às quest&ot..."">


SUSTENTABILIDADE - Licença para operar em todos os mercados


2013-02-07

De acordo com um estudo recente realizado pela consultora Accenture a 250 executivos de topo espalhados por diversas geografias, a maioria das empresas encontra-se verdadeiramente comprometida com a sustentabilidade enquanto fonte de crescimento e não somente como uma via para melhorar a sua reputação. Os executivos concordam também que a sustentabilidade não é só uma licença para operar nos mercados mais sensíveis às questões ambientais, sociais e económicas, mas um activo chave para receitas futuras.

A consultora Accenture questionou 250 executivos sénior em oito mercados em todo o mundo para explorar o relacionamento existente entre negócios sustentáveis e crescimento comercial. O questionário cobriu os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha, a França e o Reino Unido, mas também as economias emergentes da China, Brasil e Índia. Entre as principais questões, contam-se: quais os mercados que mais comprometidos estão com estratégias de negócio sustentáveis? Os líderes de negócio estão a encarar a sustentabilidade como um risco ou como uma oportunidade? Estão a encará-la como um estímulo para novas receitas ou novos custos? O VER apresenta os principais resultados desta pesquisa.

É hoje claro que a sustentabilidade está a tornar-se parte integrante da forma como se fazem negócios. Muitas empresas estão a comprovar que, ao colocarem o ambiente e a sociedade no centro das suas estratégias e operações, melhor qualificadas se tornam para gerir ou melhorar a sua reputação, para cumprirem com as regulamentações e para reduzirem custos.

E, talvez o mais interessante seja a tendência crescente de se olhar para a sustentabilidade como uma fonte – ou como a fonte – de receitas e crescimento do negócio.

Entre as explicações para esta tendência crescente reside o constrangimento permanente dos recursos combinado com o debate do impacto das emissões, os quais estão a contribuir para o estabelecimento de uma plataforma para produtos e serviços inteiramente novos, tais como a distribuição de energia renovável ou os veículos eléctricos. No que respeita aos mercados emergentes, existe um reconhecimento crescente de que processos e materiais alternativos e mais sustentáveis são necessários para evitar as práticas tradicionais de asfixia de perspectivas de crescimento num conjunto distinto de sectores industriais. Adicionalmente, o fraco crescimento económico em muitas economias maduras da actualidade está a resultar numa necessidade urgente de se identificarem novas fontes de receitas e, consequentemente, na procura de novos produtos e categorias de serviços sustentáveis. Neste caso em particular, a força das tendências de sustentabilidade nos mercados emergentes é particularmente reveladora.

 

Ver artigo completo em: Ver

 

 



FONTE: Ver - Valores Ética e Responsabilidade
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Rosários 4: inovação e sustentabilidade nos têxteis portugueses


2013-02-06
Fundada em 1979, a Rosários 4 é uma empresa portuguesa especializada na produção de fios têxteis e no seu tingimento. Tendo como base valores como a inovação e sustentabilidade, a empresa tem sabido reinventar-se e aposta hoje nas fibras naturais – ou de origem natural – como a lã, proteína do leite, algodão, bambu e milho e no tingimento natural, com base em plantas e frutos. “O tingimento natural é f..."">


Rosários 4: inovação e sustentabilidade nos têxteis portugueses


2013-02-06

Fundada em 1979, a Rosários 4 é uma empresa portuguesa especializada na produção de fios têxteis e no seu tingimento. Tendo como base valores como a inovação e sustentabilidade, a empresa tem sabido reinventar-se e aposta hoje nas fibras naturais – ou de origem natural – como a lã, proteína do leite, algodão, bambu e milho e no tingimento natural, com base em plantas e frutos.
“O tingimento natural é feito à base de plantas. Para além da lã orgânica e do algodão, a Rosários 4 foi pioneira na apresentação do fio 100% bambu”, explicou ao Economia Verde a designer da empresa, Ana Paula Reis.
A Rosários 4 é a empresa em destaque no primeiro episódio do Economia Verde, o programa de TV estreado na segunda-feira na SIC Notícia e que conta com a parceria do Green Savers e do Green Project Awards.



FONTE: Green Savers
SERVIÇO: Economia Verde
 

Livro de conclusões do Congresso


2013-02-06
Encontra-se em fase de preparação o livro sobre as conclusões do Congresso Internacional ENERGIA – POLÍTICAS, INOVAÇÃO E NEGÓCIOS. A Carboneutral está a reunir todas as comunicações e a preparar as conclusões das diversas temáticas abordadas no congresso. Sob os temas: Energia e Sociedade - Por uma economia de baixo carbono Políticas de energia: Metas Europeias para 2020, Politicas nacionais ..."">


Livro de conclusões do Congresso


2013-02-06

Encontra-se em fase de preparação o livro sobre as conclusões do Congresso Internacional ENERGIA – POLÍTICAS, INOVAÇÃO E NEGÓCIOS. A Carboneutral está a reunir todas as comunicações e a preparar as conclusões das diversas temáticas abordadas no congresso. Sob os temas:

  • Energia e Sociedade - Por uma economia de baixo carbono
  • Políticas de energia: Metas Europeias para 2020, Politicas nacionais de energia, MIBEL
  • Energia e Economia: Custos e Tarifas, Regulação, Politicas de Preços
  • Futuro das Energias Renováveis
  • Energia e Sociedade: Politica Local, Eficiência Energética (empresas, habitação e transportes)
  • Energia e Oportunidades de Negócio

estão a ser reunidas as respetivas conclusões.
Ainda durante o mês de Fevereiro, será realizada uma apresentação pública do livro e das respetivas conclusões.



FONTE: Carboneutral
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Governo vai poupar 200 milhões na conta da luz


2013-02-05
O Governo vai poupar 200 milhões de euros na conta da luz dos vários edificios do administração central e local. Esta meta será atingida através da implementação de um programa de eficiência energética que consiste, entre outros, na mudança de lâmpadas ou dos sistemas de climatização. O programa, que se chama ECO.AP, entra em vigor esta terça-feira, após a publicação em Di..."">


Governo vai poupar 200 milhões na conta da luz


2013-02-05

O Governo vai poupar 200 milhões de euros na conta da luz dos vários edificios do administração central e local. Esta meta será atingida através da implementação de um programa de eficiência energética que consiste, entre outros, na mudança de lâmpadas ou dos sistemas de climatização.
O programa, que se chama ECO.AP, entra em vigor esta terça-feira, após a publicação em Diário da República, e irá ser aplicado em "edifícios de serviços, pertencentes à administração pública como hospitais, universidades e edifícios ligados à Defesa, entre outros", explicou ao Dinheiro Vivo fonte oficial do ministério da Economia.



FONTE: Dinheiro Vivo
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Setor Energético - Estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos


2013-02-01
Lei 9/2013 28/01/2013   Aprova o regime sancionatório do setor energético, transpondo, em complemento com a alteração aos Estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, as Diretivas n.os 2009/72/CE e 2009/73/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de julho de 2009, que estabelecem regras comuns para o mercado interno da eletricidade e do gás natural e revogam, as Diretivas n.os 2003/54/CE e 2003/55/CE, do Parlamento Europe..."">


Setor Energético - Estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos


2013-02-01

Lei 9/2013 28/01/2013  
Aprova o regime sancionatório do setor energético, transpondo, em complemento com a alteração aos Estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, as Diretivas n.os 2009/72/CE e 2009/73/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de julho de 2009, que estabelecem regras comuns para o mercado interno da eletricidade e do gás natural e revogam, as Diretivas n.os 2003/54/CE e 2003/55/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de junho de 2003



FONTE: Diário da República Electrónico
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Governo não estima descida de custos de energia até 2020


2013-01-30
O secretário de Estado da Energia disse esta manhã aos deputados da Comissão de Economia que "não é possível perspectivar descidas dos custos de energia até 2020". "O nosso compromisso é o de conter a subida dos custos da energia cerca de 1,5% acima da inflação, porque o problema estrutural dos custos é de tal ordem que mesmo cortando como estamos a cortar, o que estamos a fazer é conter uma sub..."">


Governo não estima descida de custos de energia até 2020


2013-01-30

O secretário de Estado da Energia disse esta manhã aos deputados da Comissão de Economia que "não é possível perspectivar descidas dos custos de energia até 2020".

"O nosso compromisso é o de conter a subida dos custos da energia cerca de 1,5% acima da inflação, porque o problema estrutural dos custos é de tal ordem que mesmo cortando como estamos a cortar, o que estamos a fazer é conter uma subida gravosa e em escalada dos custos da energia", afirmou Artur Trindade.

O governante disse ainda que sem a implementação de medidas o preço da energia para os consumidores domésticos teria aumentado 11% e não 2,8% como acabou por acontecer.



FONTE: Económico
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Adene vai oferecer 100 mil guias de eficiência energética nos postos de combustível


2013-01-25
A Adene e a APETRO (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas) vão oferecer 100 mil exemplares do Guia da Eficiência Energética em cerca de 100 postos de combustíveis portugueses, anunciaram as entidades em comunicado. Esta distribuição pretende divulgar as boas práticas de utilização de energia, no âmbito da adopção de uma condução eficiente. “Esta iniciativa [promove..."">


Adene vai oferecer 100 mil guias de eficiência energética nos postos de combustível


2013-01-25

A Adene e a APETRO (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas) vão oferecer 100 mil exemplares do Guia da Eficiência Energética em cerca de 100 postos de combustíveis portugueses, anunciaram as entidades em comunicado.
Esta distribuição pretende divulgar as boas práticas de utilização de energia, no âmbito da adopção de uma condução eficiente. “Esta iniciativa [promove] uma melhor eficiência energética de uma forma integrada, contribuindo assim para a sustentabilidade económica e ambiental do país”, explicam as organizações.
“À medida que uma sociedade é mais desenvolvida, aumenta o consumo de energia, mas nem sempre de um modo eficiente. Com uma utilização responsável podemos ter disponível uma maior diversidade de serviços e conforto, sem aumentar o consumo”, continuam.
Não foi adiantada a lista de postos que irão oferecer o guia.



FONTE: Green Savers
SERVIÇO: Economia Verde
 

Projeto EFINERG aponta caminhos de sustentabilidade e eficiência às PME


2013-01-15
Está na altura de as PME industriais portuguesas repensarem a relação que mantêm com a energia enquanto variável de competitividade. Esta é, em linhas gerais, a recomendação mais premente que fica deste projeto. 1. Enquadramento Promovido pela AEP e pelo IAPMEI e apoiado pelo COMPETE (Programa Operacional Fatores de Competitividade) no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), o projeto EFINERG envolveu u..."">


Projeto EFINERG aponta caminhos de sustentabilidade e eficiência às PME


2013-01-15

Está na altura de as PME industriais portuguesas repensarem a relação que mantêm com a energia enquanto variável de competitividade. Esta é, em linhas gerais, a recomendação mais premente que fica deste projeto.

1. Enquadramento

Promovido pela AEP e pelo IAPMEI e apoiado pelo COMPETE (Programa Operacional Fatores de Competitividade) no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), o projeto EFINERG envolveu um investimento elegível de 866 mil euros, correspondendo a um incentivo FEDER de 665 mil euros.

O projeto visou promover a melhoria da eficiência energética nas PME procurando a melhoria da competitividade dos sectores em estudo, bem como contribuir para a implementação do Plano Nacional para a Eficiência Energética (PNAEE).

2. O projeto

Âmbito

O projeto EFINERG visou, através de novas abordagens integradas:

Apoiar a concretização dos objetivos fixados no PNAEE e alertar as empresas para a eventualidade de virem a ser abrangidas pelo SGCIE (Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia), através de uma contribuição significativa do segmento representado pelas PME;
Proporcionar às PME um enquadramento coerente e integrado no QREN, orientado especificamente para a eficiência e diversificação energéticas, através da identificação de cenários de apoio à implementação de projetos de investimento convergentes com as oportunidades de melhoria detetadas;
Criar condições favoráveis ao alavancamento do desempenho energético nas empresas com consumos anuais significativos, especialmente aquelas que apresentam consumos equivalentes localizados entre 250 e os 500 TEP (toneladas equivalentes de petróleo), atuando em sectores em que o fator energia assume um peso significativo na sua capacidade competitiva;
Estruturar um plano que facilite a implementação do PNAEE junto das PME, constituindo-se como estratégia coletiva.

Objetivos

Estratégicos:

Contribuir para que sejam atingidos os objetivos fixados no PNAEE;
Reduzir a Intensidade Energética e Carbónica das atividades empresariais;
Aumentar a sustentabilidade e a competitividade do tecido empresarial, especificamente das PME.
Operacionais:

Promover um enquadramento mais favorável à atividade das PME no domínio da utilização da energia;
Definir e propor a implementação de estratégias sectoriais de eficiência energética;
Reforçar a capacitação das empresas para a implementação de diretivas e de regulamentos relativos à energia, sua produção e utilização;
Induzir a adoção de melhores práticas de eficiência energética e a eventual realização de projetos de I&DT, tendo em vista ganhos de competitividade;
Identificar as formas e meios de comunicação que possam maximizar o sucesso na difusão da mensagem da Eficiência Energética, nomeadamente da estratégia a propor para as PME;
Disseminar e partilhar resultados, de modo a gerar um movimento prolongado de atuação nesta temática, por um lado, e a apropriação dos resultados alcançados no projeto por um número alargado de interessados, por outro.

Ficha Resumo

Designação do Projeto:      EFINERG     
Domínio de Intervenção:    Energia, Ambiente e Responsabilidade Social
Área(s) de Intervenção:    Eficiência e Diversificação Energéticas
Área(s) de Projeto:    Sensibilização para a Eficiência Energética

Atividades

Caracterização Energética dos Sectores em Estudo e Casos de sucesso
Benchmarking Internacional
Visão Prospetiva
Estudo da Eficiência Energética nos Sectores e Relatório do estudo
Criação de um “Fórum para a Eficiência Energética nas PME”
Edição da Estratégia de Implementação de Medidas de Eficiência Energética em PME

1. Caracterização Energética dos Sectores em Estudo e Casos de sucesso

Foi realizada uma caracterização dos sectores em análise (Têxtil e Vestuário, Metalomecânica, Madeira, Mobiliário e Cortiça, Vidro e Cerâmica e Agro-Alimentar), muito focalizada na energia e na eficiência energética, num enquadramento específico para PME. Foram identificados os aspetos que são transversais a todos os sectores e que permitam a identificação de sinergias entre os mesmos. Foram realizados cinco estudos sectoriais. Para cada setor foram identificados casos de sucesso que resultaram da recolha de informação realizada no âmbito das visitas diagnóstico às empresas.

2. Benchmarking Internacional

Esta atividade identificou boas práticas empresariais, casos de sucesso setoriais e políticas públicas ao nível internacional, procurando uma comparação com as práticas ao nível nacional. 
Procurou-se identificar casos de sucesso, não só ao nível empresarial, mas também, e principalmente, na implementação de estratégias de eficiência, com a necessária influência sobre os hábitos e atitudes dos empresários e outros stakeholders face a este fator de competitividade.

3. Visão Prospetiva

O projeto pretendeu obter um grande envolvimento com os principais atores de cada região. Nesse sentido, o levantamento efetuado foi completado por uma visão prospetiva sobre as principais tendências de desenvolvimento das regiões e do país e a forma como cada ator interpreta “A energia como vetor estratégico nas PME em 2020”.

4. Estudo da Eficiência Energética nos sectores e Relatório do estudo

Esta atividade compreendeu três fases distintas:

1. Definição do inquérito
Tendo em consideração os setores a estudar e a informação a recolher foi estruturado um inquérito e efetuada a respetiva validação. 

2. Realização do Inquérito (Diagnóstico Flash)
Foram realizados os inquéritos a 125 empresas, tendo a seleção das empresas onde foram aplicados os diagnósticos flash sido feita atendendo a critérios que atendem aos seus consumos, ao sector de atividade e à localização das unidades industriais, sendo:
Consumo anual superior a 250 tep, mas não excedendo 500 tep (toneladas equivalentes de petróleo) limite a partir do qual se encontram já abrangidas pelo SGCIE); 
Integrar um dos seguintes sectores: 

  • Têxtil e Vestuário;
  • Metalomecânica;
  • Madeira, mobiliário e cortiça;
  • Vidro e cerâmica;
  • Agro-alimentar.

Estarem situadas nas Regiões Norte, Centro ou Alentejo.
Foram identificadas empresas com consumos superiores a 500 tep e inferiores a 250 tep, que foi devidamente avaliada a sua inclusão no estudo, tendo em conta as características do setor e a sua importância para a amostra. 

3. Relatório do Estudo
Atendendo à dimensão da amostra, torna-se necessário efetuar uma síntese da informação obtida, tendo-se optado pela realização de sínteses sectoriais, a partir das quais se procurará uma generalização para o universo global das PME.

4. Criação de um “Fórum para a Eficiência Energética nas PME

Foi criado de um “Fórum para a eficiência energética nas PME” baseado numa comunidade formada por instituições de referência, relacionadas com as empresas e com a energia, que suportam a sua dinâmica competitiva no conhecimento e no saber, tendo sido possível juntar o meio académico e o meio empresarial. É possível aceder ao fórum através do site do projeto.

5. Edição da Estratégia de implementação de medidas de eficiência energética em PME

Na fase final do projeto foi preparado um documento de síntese, que reúne toda a informação recolhida e produzida. Com base neste documento, foi elaborada uma proposta de estratégia de implementação de medidas de melhoria da eficiência energética nas PME, estratégia esta que foi submetida para discussão pública enquadrada em sessões setoriais de apresentação e discussão&



FONTE: Compete
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: Efinerg
 

Projeto EFINERG aponta caminhos de sustentabilidade e eficiência às PME


2013-01-15
Está na altura de as PME industriais portuguesas repensarem a relação que mantêm com a energia enquanto variável de competitividade. Esta é, em linhas gerais, a recomendação mais premente que fica deste projeto. 1. Enquadramento Promovido pela AEP e pelo IAPMEI e apoiado pelo COMPETE (Programa Operacional Fatores de Competitividade) no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), o projeto EFINERG envolveu u..."">


Projeto EFINERG aponta caminhos de sustentabilidade e eficiência às PME


2013-01-15

Está na altura de as PME industriais portuguesas repensarem a relação que mantêm com a energia enquanto variável de competitividade. Esta é, em linhas gerais, a recomendação mais premente que fica deste projeto.

1. Enquadramento

Promovido pela AEP e pelo IAPMEI e apoiado pelo COMPETE (Programa Operacional Fatores de Competitividade) no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), o projeto EFINERG envolveu um investimento elegível de 866 mil euros, correspondendo a um incentivo FEDER de 665 mil euros.

O projeto visou promover a melhoria da eficiência energética nas PME procurando a melhoria da competitividade dos sectores em estudo, bem como contribuir para a implementação do Plano Nacional para a Eficiência Energética (PNAEE).

2. O projeto

- Âmbito

O projeto EFINERG visou, através de novas abordagens integradas:

  • Apoiar a concretização dos objetivos fixados no PNAEE e alertar as empresas para a eventualidade de virem a ser abrangidas pelo SGCIE (Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia), através de uma contribuição significativa do segmento representado pelas PME;
  • Proporcionar às PME um enquadramento coerente e integrado no QREN, orientado especificamente para a eficiência e diversificação energéticas, através da identificação de cenários de apoio à implementação de projetos de investimento convergentes com as oportunidades de melhoria detetadas;
  • Criar condições favoráveis ao alavancamento do desempenho energético nas empresas com consumos anuais significativos, especialmente aquelas que apresentam consumos equivalentes localizados entre 250 e os 500 TEP (toneladas equivalentes de petróleo), atuando em sectores em que o fator energia assume um peso significativo na sua capacidade competitiva;
  • Estruturar um plano que facilite a implementação do PNAEE junto das PME, constituindo-se como estratégia coletiva.

- Objetivos

Estratégicos:

  • Contribuir para que sejam atingidos os objetivos fixados no PNAEE;
  • Reduzir a Intensidade Energética e Carbónica das atividades empresariais;
  • Aumentar a sustentabilidade e a competitividade do tecido empresarial, especificamente das PME.
  • Operacionais:
  • Promover um enquadramento mais favorável à atividade das PME no domínio da utilização da energia

...

Ver mais em: Compete

 



FONTE: Compete
SERVIÇO: Desempenho Energético
Projecto: Efinerg
 

Mercado regulado dos grandes consumidores de electricidade até final de 2013


2012-12-27
O Governo adiou por um ano (até final de 2013) o prazo para os grandes consumidores de eletricidade deixarem o mercado regulado e transitarem para o liberalizado. Em declarações à Lusa, o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, explicou que a intenção é «manter alguma flexibilidade para que o processo de liberalização corra bem, com o mínimo de disrupções possíveis«. O governan..."">


Mercado regulado dos grandes consumidores de electricidade até final de 2013


2012-12-27

O Governo adiou por um ano (até final de 2013) o prazo para os grandes consumidores de eletricidade deixarem o mercado regulado e transitarem para o liberalizado. Em declarações à Lusa, o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, explicou que a intenção é «manter alguma flexibilidade para que o processo de liberalização corra bem, com o mínimo de disrupções possíveis«.
O governante adiantou também que o regulador pode determinar a cessação do prazo, por segmentos, assim que o número total de clientes finais de eletricidade fornecidos em regime de mercado livre atinja a percentagem de 90 por cento.
Esta é a segunda vez que o calendário para os grandes clientes deixarem definitivamente as tarifas reguladas é alterado, uma vez que o prazo chegou a ser 31 de Dezembro de 2011.



FONTE: Ambiente Online
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

ISCTE debate a economia verde como motor de desenvolvimento


2012-11-25
O ISCTE, em Lisboa, vai discutir no próximo dia 6 de Dezembro, quinta-feira, a economia verde e o desenvolvimento económico, uma conferência que vai decorrer durante todo o dia (10h às 18h). A conferência é organizada pelo Sustainability Knowledge Center, da ISCTE Business School, em parceria com a FLAD e Caixa Geral de Depósitos. O Green Savers é media partner do debate. O dia será dividido em dois debates: os primeiro vai tentar de..."">


ISCTE debate a economia verde como motor de desenvolvimento


2012-11-25

O ISCTE, em Lisboa, vai discutir no próximo dia 6 de Dezembro, quinta-feira, a economia verde e o desenvolvimento económico, uma conferência que vai decorrer durante todo o dia (10h às 18h).
A conferência é organizada pelo Sustainability Knowledge Center, da ISCTE Business School, em parceria com a FLAD e Caixa Geral de Depósitos. O Green Savers é media partner do debate.
O dia será dividido em dois debates: os primeiro vai tentar descobrir como pode a economia verde ser o motor do desenvolvimento económico e conta com a presença de António Alvarenga e Susana Escária, da Agência Portuguesa do Ambiente, António Ramos Preto, parlamentar e Presidente da Comissão do Ambiente, Charles Kent, do World Resources Institute e Fréderic Coustols e Cátia Miriam Costa, da DaST – Designing a Sustainable Future.



FONTE: Green Savers
SERVIÇO: Economia Verde
 

Cerca de 200 inscrições no Congresso


2012-11-23

Estão já contabilizadas 200 inscrições no Congresso, das quais conta-se com a participação de técnicos empresários e estudantes dos seguintes países: Brasil, Espanha, Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Finlândia, India e Ucrânia.


Cerca de 200 inscrições no Congresso


2012-11-23

Estão já contabilizadas 200 inscrições no Congresso, das quais conta-se com a participação de técnicos empresários e estudantes dos seguintes países: Brasil, Espanha, Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Finlândia, India e Ucrânia.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Congresso disponível no Facebook e Twitter


2012-11-19

O congresso para além da sua página na internet (http://www.energiaviana.eu/) está também disponível no Facebook e no Twiter.


Congresso disponível no Facebook e Twitter


2012-11-19

O congresso para além da sua página na internet (http://www.energiaviana.eu/) está também disponível no Facebook e no Twiter.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Apresentação do Projecto a 14 de Dezembro


2012-11-15

Está agendada para o dia 14 de Dezembro a apresentação do projeto com vista à partilha das ações previstas e a identificação de instituições a incluir na rede que se encontra já em fase de criação. 


Apresentação do Projecto a 14 de Dezembro


2012-11-15

Está agendada para o dia 14 de Dezembro a apresentação do projeto com vista à partilha das ações previstas e a identificação de instituições a incluir na rede que se encontra já em fase de criação. 



FONTE:
Projecto: R.ED_ZERO
 

Encerrado o programa do Congresso


2012-11-09

Está encerrado o programa do Congresso, contando com as maiores referencias nacionais nas temáticas apontadas.


Encerrado o programa do Congresso


2012-11-09

Está encerrado o programa do Congresso, contando com as maiores referencias nacionais nas temáticas apontadas.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Responsabilidade Social nas PME


2012-10-26
A UERN (União das Associações Empresariais da Região Norte) apresentou esta sexta-feira a iniciativa orientada para apoio às PME no âmbito da Responsabilidade Social. O projeto CORE (Corporate Responsability) pretende apoiar as empresas na implementação de medidas de responsabilidade social orientada para a sustentabilidade da empresa, procurando por exemplo a otimização da utilização de recursos como sendo boas p..."">


Responsabilidade Social nas PME


2012-10-26

A UERN (União das Associações Empresariais da Região Norte) apresentou esta sexta-feira a iniciativa orientada para apoio às PME no âmbito da Responsabilidade Social. O projeto CORE (Corporate Responsability) pretende apoiar as empresas na implementação de medidas de responsabilidade social orientada para a sustentabilidade da empresa, procurando por exemplo a otimização da utilização de recursos como sendo boas práticas de eficiência energética. Numa sessão muito ativa com a participação de empresários de micro e pequenas e pequenas empresas da região norte, foi possível discutir uma abordagem fundamental para as PME, neste momento que o país atravessa. Este projeto, que conta com parceiros como a APME (Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias) e o CEC/CCI (Concelho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria) e é financiado pelo Compete através do Sistema de Incentivo a Ações Coletivas.

O projeto Core está a ser desenvolvido e implementado à cerca de um ano e meio durante o qual foram desenvolvidas diversas atividades, das quais se destaca o Scoring da Sustentabilidade (ferramenta de apoio à implementação da Sustentabilidade em PME) e o Smat Schools (ferramenta de apoio à implementação de medidas de eficiência energética em escolas). O projeto teve a participação ativa de empresas e escolas na fase de teste e entra agora numa fase de divulgação e disseminação das ferramentas desenvolvidas de modo que estas possam ser utilizadas por outras empresas e escolas. Desta forma, a UERN pretende aplicar estes princípios às PME da região Norte fortalecendo a sua organização e consequentemente a sua competitividade, destaca-se ainda o facto das entidades interessadas poderem utilizar gratuitamente as ferramentas e metodologias disponibilizadas através do site www.coreacoletiva.com (brevemente disponível) obtendo através do preenchimento dos diagnósticos o seu posicionamento e aconselhamentos estratégicos de melhoria para a organização.

A Carboneutral apresentou a ferramenta de Scoring da Sustentabilidade, reforçando a perspetiva positiva dos empresários que já utilizaram o questionário.



FONTE:
Projecto: CORE
 

Panasonic participa na maior cidade inteligente e sustentável da Europa


2012-10-25
A Panasonic confirmou a sua participação na construção de uma cidade inteligente a 20 km de Moscovo (Rússia). Em conjunto com a Ernst & Young, Cisco e a Academia Russa de Ciências, a Panasonic apostará o seu conhecimento para o desenvolvimento da maior cidade sustentável da Europa, a Skolkovo Smart City.  A “Cidade Inovadora” de Skolkovo estará pronta entre 2014 e 2015 e contará com habita&c..."">


Panasonic participa na maior cidade inteligente e sustentável da Europa


2012-10-25

A Panasonic confirmou a sua participação na construção de uma cidade inteligente a 20 km de Moscovo (Rússia).

Em conjunto com a Ernst & Young, Cisco e a Academia Russa de Ciências, a Panasonic apostará o seu conhecimento para o desenvolvimento da maior cidade sustentável da Europa, a Skolkovo Smart City.

 A “Cidade Inovadora” de Skolkovo estará pronta entre 2014 e 2015 e contará com habitações para aproximadamente 31.000 pessoas num terreno de 400 hectares.

O projeto consiste na criação do Instituto Skolkovo da Ciência e Tecnologia, centros de investigação e desenvolvimento, instalações de educação, casas, infraestruturas e pequenos negócios.

 A Panasonic é um dos quatro grupos responsáveis pela criação do conceito da Skolkovo Smart City. A marca será responsável pelas energias ecológicas e pelas soluções que podem gerar uma maior eficiência e que são, por sua vez, mais benéficas para o funcionamento ambiental de Skolkovo.

Assim, a empresa nipónica aplicará a sua tecnologia de bomba de calor, a tecnologia de painéis fotovoltaicos e de baterias de litio-ion para criar e armazenar energia, entre outras aplicações.

Laurent Abadie, Presidente da Panasonic Europa, explica:

Estamos muito satisfeitos por estarmos envolvidos num projeto transformador que gerará investigações e desenvolvimentos pioneiros no mundo. Cremos que as cidades inteligentes e ecológicas nunca estiveram tão próximas da Europa como agora; juntamente com os nossos parceiros estamos realmente ansiosos por mostrar ao mundo o que este pode beneficiar com a criação deste projeto.

 

No que diz respeito à cidade inteligente e autossuficiente de Fujisawa, a 50 km a oeste de Tóquio, em Kanagawa, as obras tiveram início em Setembro.

A nova “Eco Cidade” tem a sua abertura prevista para o ano de 2014 e irá proporcionar serviços e sistemas de energia baseados nas Eco Ideias da Panasonic para criar estilos de vida ecológicos.

Está previsto que em Fujisawa o dispêndio de energia diminua até 70% nas residências e até 20% nas zonas comuns da cidade.

 A Panasonic irá também aplicar soluções para toda a comunidade mediante a utilização de tecnologias para poupar energia, sistemas de criação de energia e de armazenamento de energia para as 1.000 habitações existentes.

A Panasonic tenciona criar cidades inteligentes como a de Fujisawa em outras zonas do Japão e também em outros países.

 A procura mundial pelo desenvolvimento de novas cidades, sobretudo devido ao crescimento da Ásia, está prevista que chegue aos 30 biliões de euros no ano de 2030.

Isto implicará a criação de diversos projetos no mundo que estarão numa procura constante pela criação de cidades inteligentes ou cidades ecológicas que darão à população a oportunidade de viver em zonas com baixas emissões de CO2.

Atualmente foram lançadas diversas demonstrações técnicas para comprovar a viabilidade destes projetos.

Ainda assim, a cidade inteligente de Fujisawa será certamente um projeto que servirá de modelo para outras iniciativas que também tenham o interesse de desenvolver cidades com consciência ecológica, como é o caso agora da Rússia.



FONTE: Portal Energia
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Walmart quer fornecedores com regras sustentáveis


2012-10-25
Pequim - O Walmart deu um prazo de cinco anos a seus fornecedores globais para cumprirem suas regras ambientais sob o risco de serem excluídos das prateleiras norte-americanas da maior rede varejista do mundo, expandindo a campanha de sustentabilidade lançada em 2009. As novas exigências, anunciadas na China, onde o Walmart tem mais de 20 mil fornecedores, vai obrigar as empresas que produzem itens como brinquedos, eletrônicos e vestuário a melhorar ..."">


Walmart quer fornecedores com regras sustentáveis


2012-10-25

Pequim - O Walmart deu um prazo de cinco anos a seus fornecedores globais para cumprirem suas regras ambientais sob o risco de serem excluídos das prateleiras norte-americanas da maior rede varejista do mundo, expandindo a campanha de sustentabilidade lançada em 2009.

As novas exigências, anunciadas na China, onde o Walmart tem mais de 20 mil fornecedores, vai obrigar as empresas que produzem itens como brinquedos, eletrônicos e vestuário a melhorar sua eficiência energética, redução de resíduos e outros requisitos da companhia americana.

A Walmart disse que a lista de exigências é voluntária. Mas, se os fornecedores não cumprirem as regras, podem ser excluídos das cerca de 4 mil lojas de desconto da varejista e de mais de 600 unidades da Sam's Club, lojas de atacado que a empresa opera nos Estados Unidos.

Os padrões estabelecidos "índice de sustentabilidade" do Walmart, que tem ajudado a melhorar uma image manchada por críticas de grupos trabalhistas e comunidades locais, já foi adotada por 500 das maiores fabricantes de produtos de consumo do mundo.

A varejista disse que, ao fim de 2017, as lojas Walmart e Sam's Club terão 70 por cento de seus bens de produtores locais que adotem o índice de sustentabilidade.



FONTE: Exame Abril
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Contas mostram viabilidade da economia verde, diz Stelzer, da ONU


2012-10-25
Mais justa, mais inteligente, mais inclusiva. É a definição de economia verde para o secretário-geral assistente de Coordenação Política e Assuntos Interagenciais da Organização das Nações Unidas (ONU), Thomas Stelzer.  O economista e diplomata austríaco reitera a necessidade debusiness cases para mostrar a viabilidade de novas práticas, ou comprovar que outras estão ultrapassadas...."">


Contas mostram viabilidade da economia verde, diz Stelzer, da ONU


2012-10-25

Mais justa, mais inteligente, mais inclusiva. É a definição de economia verde para o secretário-geral assistente de Coordenação Política e Assuntos Interagenciais da Organização das Nações Unidas (ONU), Thomas Stelzer. 

O economista e diplomata austríaco reitera a necessidade debusiness cases para mostrar a viabilidade de novas práticas, ou comprovar que outras estão ultrapassadas. O termo pode ser entendido como estudo de caso, experiência de negócio ou projeto piloto ou seja, algo realizado na prática e que permite uma avaliação precisa de custos e benefícios.

Em entrevista, ele diz que a economia verde é a fórmula mágica para atingir o crescimento sem depredar os recursos naturais, reduzindo as desigualdades e aumentando o acesso aos ganhos da globalização. Em sua opinião, energias sustentáveis e eficiência energética já mostraram sua rentabilidade.
O representante das Nações Unidas veio ao Brasil  para participar da abertura da 9ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2012), que tem como tema Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza. Ele destaca o papel da sociedade civil e aponta as cidades como laboratórios para a implantação do novo modelo de desenvolvimento.

Thomas Stelzer afirma, ainda, que todos viverão melhor se os recursos disponíveis forem partilhados. Nesse sentido, elogia os programas sociais brasileiros e alerta para a urgência de um uso melhor dos recursos hídricos.

A 9ª SNCT tem no seu tema a economia verde, que foi também a questão central da conferência Rio+20. Como chegar a esse modelo, superando interesses de curto prazo, sejam de países ou empresas

A avaliação entre casos de negócios e o bem comum e entre investimentos de curto e longo prazo, será um enorme desafio para qualquer país. Como produzir um equilíbrio entre interesses das empresas e interesses comuns Não podemos separar. A pergunta é: como podemos fazer a curto prazo e a longo prazo

Se quisermos implementar os consensos baseados no cenário de aumento de 2 graus Celsius na temperatura global, que vários  cientistas consideram muito alto, teremos que reduzir as emissões de CO2 em 50% até 2050 enquanto criamos trabalho decente para 78 milhões de pessoas que entram no mercado de trabalho global todo ano.

Como atingir o crescimento econômico sem depredar os recursos naturais, reduzindo as desigualdades sociais e aumentando o acesso aos ganhos econômicos da globalização É uma pressão enorme, e a fórmula mágica é a economia verde. Aquela que não toma emprestado do futuro, que é baseada numa revolução no que diz respeito a produção e consumo. Que tem um olhar totalmente novo para a macroeconomia e tenta refletir uma precificação justa, mostrando o custo real do que estamos consumindo. O preço real da energia fóssil, por exemplo.

Se você tiver preços transparentes, a energia sustentável vai se mostrar como forte oportunidade de negócio já hoje. Se você redirecionar subsídios que eram destinados a energia fóssil, ou aos biocombustíveis sei que é um ponto meio delicado no Brasil , ou à indústria nuclear nenhuma delas, sustentável , conseguirá dar escala a fontes sustentáveis muito rápido. Nós conseguiremos se fizermos o balanço, montarmos o caso: quais são os interesses globais, quais são os objetivos comuns. E financiá-los. Energia limpa, água limpa, desenvolvimento integrado, desenvolvimento participativo, são objetivos comuns.


Há bons exemplos nesse sentido

Portugal conseguiu, em cinco anos, aumentar em perto de 50% a participação das novas fontes na matriz energética. Temos a tecnologia hoje para implementar uma economia totalmente nova.

Em todos os países, grandes interesses, interesses ocidentais, tentam prolongar seu ciclo de vida financiando partidos, pagando políticos. A questão é como fazer valer o ponto de vista dos mais preocupados. E eu vejo exemplos muito positivos. Amigos me contam que 15 anos atrás, na China, nunca viram o sol [porque a fumaça da queima de carvão encobria muitas cidades].  Mas nos últimos cinco anos a indústria limpa está no centro da agenda do país. Claro, existe a escassez de carvão, que empurrou a indústria fóssil para fora. Mas, então, temos que investir em dispositivos de controle de emissão de carbono, em controle de emissões de carros.

O equilíbrio depende muito de sermos capazes de avaliar exemplos de negócios. É uma ilusão querer superar os interesses ocidentais pela via política. Os 500 mais ricos tem todos os lucros de derivados de petróleo. O único jeito de superar isso é mostrar que petróleo não é mais um business case. Mostrar não só o dinheiro que pagamos no posto de gasolina, mas também custos sociais, ambientais e de defesa. Os Estados Unidos gastam diariamente US$ 4 bilhões em importação de petróleo, mas os custos macroeconômicos são mais que o dobro.

Outro exemplo: nos EUA, os subsídios para agrocombustíveis são de US$ 12 bilhões por ano, segundo o Financial Times. Isso não é efeito de mudanças climáticas, tem a ver apenas com segurança alimentar e energética. Mas temos que mensurar o business case. Um artigo recente destacou que a energia nuclear nunca teve um business case. Nenhuma planta nuclear foi construída com investimento privado. Foram construídas com dinheiro dos contribuintes ou subsídios provenientes do montante de impostos. Então, há outras razões pelas quais podemos advogar contra a energia nuclear, como o risco de ser abduzida politicamente, mas economicamente ela não faz sentido. Economicamente faz muito sentido sair da energia suja e entrar na limpa e sustentável. Isso equilibra suas contas. Em cada um dos orçamentos europeus, a importação de combustíveis fósseis representa um quarto do orçamento. Se redirecionarmos investimentos que estão apoiando mentalidades do passado, energia ultrapassada, podemos chegar lá.

Como as cidades sustentáveis entram nessa agenda

Elas são um dos nossos maiores desafios hoje. É pre<



FONTE: Melhor Celular
SERVIÇO: Economia Verde
 

Portugal continua no top 10 mundial da energia eólica


2012-10-24
Dados agora revelados pela World Wind Energy Association indicam que no final do primeiro semestre de 2012 Portugal  era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica. Uma  tabela liderada pela China, logo seguida pelos Estados Unidos. No final do primeiro semestre deste ano, Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica instalada (4.398 megawatts). Segundo dados agora revelados pela World Wind Energy Association (WWEA), a Chin..."">


Portugal continua no top 10 mundial da energia eólica


2012-10-24

Dados agora revelados pela World Wind Energy Association indicam que no final do primeiro semestre de 2012 Portugal  era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica. Uma  tabela liderada pela China, logo seguida pelos Estados Unidos.

No final do primeiro semestre deste ano, Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica instalada (4.398 megawatts).

Segundo dados agora revelados pela World Wind Energy Association (WWEA), a China lidera destacadamente o ranking, com os Estados Unidos na segunda posição e a Alemanha no terceiro lugar (ver gráfico).

A capacidade eólica mundial atingiu 254.000 MW até o final de junho de 2012, dos quais 16.546 MW foram adicionados nos primeiros seis meses de 2012. Contudo, este aumento representa 10% a menos do que no mesmo período de 2011 - quando foram instalados 18.405 novos MW a nível mundial.

Portugal já tem eólica offshore

Portugal passou a integrar o grupo de países que investem na eólica offshore (em mar aberto). O projeto pioneiro da eólica flutuante - inovadora a nível mundial -, instalada pela EDP ao largo da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, já está a injetar energia na rede e, por isso, já conta para as estatísticas mundiais do setor.

"A tecnologia do vento tornou-se um dos pilares do sistema de fornecimento de energia elétrica de muitos países. Este sucesso da energia eólica tornou-se possível por causa da sábias políticas de apoio por parte dos governos, por um lado, e ainda por causa da inovação e redução de custos pela indústria eólica, por outro lado. Hoje, a energia eólica pode competir com qualquer outra fonte de energia, sem causar problemas ambientais. A WWEA apela a todos os governos para não reduzir, mas para fortalecer seus esforços para que mais investimentos em energia eólica pode ser feito", sublinha He Dexin, presidente da WWEA.



FONTE: Energias Renováveis
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Ikea reforça na sustentabilidade até 2020


2012-10-23
O grupo Ikea apresentou hoje a sua estratégia de sustentabilidade "Pessoas positivas, Planeta positivo" até 2020. Significa isto dizer que, dentro desta estratégia, estão os principais objetivos relativamente ao seu conumidor: converter toda a gama de iluminação em LED (dura 20 anos e poupa até 85% de energia); oferecer, aos preços mais baixos, os electrodomésticos para casa mais eficientes; criar soluções ..."">


Ikea reforça na sustentabilidade até 2020


2012-10-23

O grupo Ikea apresentou hoje a sua estratégia de sustentabilidade "Pessoas positivas, Planeta positivo" até 2020.

Significa isto dizer que, dentro desta estratégia, estão os principais objetivos relativamente ao seu conumidor: converter toda a gama de iluminação em LED (dura 20 anos e poupa até 85% de energia); oferecer, aos preços mais baixos, os electrodomésticos para casa mais eficientes; criar soluções funcionais, inspiradoras de baixo custo e a seleção de redução de resíduos e de água em casa.

Já em relação à empresa, é objetivo da Ikea alcançar a independência energética e de recursos que inclui: produzir a mesma quantidade de energia renovável do que a que é consumida por todas as lojas e unidades do grupo Ikea, alocando cerca de 1,5 mil milhões de euros a projetos de energia eólica e solar.

E ainda, melhorar a eficiência energética das operações do grupo no mínimo em 20% e "encorajar os fornecedores também nesse sentido - e desenvolver continuamente a gama Ikea, com produtos cada vez mais sustentáveis, assegurando que todos os principais artigo de decoração para casa são renováveis, recicláveis ou reciclados, incluindo a sua embalagem", revela a marca sueca.



FONTE: Dinheiro Vivo
SERVIÇO: Sustentabilidade
 

Luz: tarifas bi-horárias chegam ao mercado liberalizado


2012-10-22
As empresas que fornecem eletricidade no mercado livre vão poder oferecer a partir de hoje tarifas bi-horárias, depois de o Governo ter publicado uma portaria que permite ter preços no horário de vazio e de ponta, escreve a Lusa. A portaria, da responsabilidade do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, e publicada hoje em Diário República, pretende «incentivar um consumo mais eficiente de energia por parte dos clientes finais, c..."">


Luz: tarifas bi-horárias chegam ao mercado liberalizado


2012-10-22

As empresas que fornecem eletricidade no mercado livre vão poder oferecer a partir de hoje tarifas bi-horárias, depois de o Governo ter publicado uma portaria que permite ter preços no horário de vazio e de ponta, escreve a Lusa.

A portaria, da responsabilidade do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, e publicada hoje em Diário República, pretende «incentivar um consumo mais eficiente de energia por parte dos clientes finais, com menor utilização nas horas de ponta, encorajando, por outro lado, a oferta de modalidades de faturação com diferenciação horária da energia consumida por parte dos comercializadores de mercado».

A forma que o Executivo avançou para conseguir que as empresas do mercado liberalizado oferecessem tarifas diferenciadas está ligada à parte da tarifa que corresponde aos custos económicos e políticos, os chamados Custos de Interesse Económico Geral (CIEG).

Ou seja, o Governo, ao assumir para si as tarifas reguladas dos CIEG, define a partir de agora os preços de vazio e de ponta daquilo que é regulado, atualmente cerca de 50% do que um consumidor comum paga por mês ao operador, seja à EDP, Endesa, Galp ou Iberdrola.

A portaria vem estabelecer para determinados custos gerais, com incidência na tarifa de uso global do sistema, que os critérios para a respetiva repercussão nas tarifas reguladas «será realizada de forma diferenciada, em primeiro lugar entre os diferentes níveis de tensão e tipos de fornecimento, e, seguidamente, em cada nível de tensão e tipo de fornecimento, de acordo com determinados critérios, com especial destaque para as variáveis de consumos de eletricidade verificadas nos períodos horários de ponta, cheias e vazio».

A introdução de tarifas bi-horárias no mercado liberalizado tem sido defendida pelos consumidores, principalmente pela Deco.



FONTE: Eficiência Energética
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

D. José Manuel Fernández Alvariño na a sessão de “Políticas de Energia: Metas Europeias para


2012-10-22

D. José Manuel Fernández Alvariño, Presidente da Confederación de Empresarios de Pontevedra aceitou o desafio de moderar a sessão de “Políticas de Energia: Metas Europeias para 2020, Políticas Nacionais de Energia, MIBEL (ponto de situação)”.


D. José Manuel Fernández Alvariño na a sessão de “Políticas de Energia: Metas Europeias para


2012-10-22

D. José Manuel Fernández Alvariño, Presidente da Confederación de Empresarios de Pontevedra aceitou o desafio de moderar a sessão de “Políticas de Energia: Metas Europeias para 2020, Políticas Nacionais de Energia, MIBEL (ponto de situação)”.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Eng João Paulo Costeira na sessão “Energia e Oportunidades de Negócio”


2012-10-18

O Eng João Paulo Costeira na sessão “Energia e Oportunidades de Negócio” irá apresentar um estudo independente sobre os impactos macroeconómicos das que podemos considerar hoje como as duas fontes de energia determinantes: a geração eólica onshore e a geração de gás em ciclo combinado.


Eng João Paulo Costeira na sessão “Energia e Oportunidades de Negócio”


2012-10-18

O Eng João Paulo Costeira na sessão “Energia e Oportunidades de Negócio” irá apresentar um estudo independente sobre os impactos macroeconómicos das que podemos considerar hoje como as duas fontes de energia determinantes: a geração eólica onshore e a geração de gás em ciclo combinado.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Suíça quer ver reduzido o consumo médio de energia por indivíduo em 35% até 2035


2012-10-17
A Suíça quer que o consumo médio anual de energia por indivíduo diminua 35 por cento até 2035, em relação ao consumido no ano 2000, segundo medidas propostas pelo Governo que decidiu abandonar o nuclear após a catástrofe de Fukushima. O projeto de revisão da lei sobre a energia, no âmbito do primeiro pacote de medidas apresentado na sexta-feira, prevê "desenvolver a produção anual da for&ccedi..."">


Suíça quer ver reduzido o consumo médio de energia por indivíduo em 35% até 2035


2012-10-17

A Suíça quer que o consumo médio anual de energia por indivíduo diminua 35 por cento até 2035, em relação ao consumido no ano 2000, segundo medidas propostas pelo Governo que decidiu abandonar o nuclear após a catástrofe de Fukushima.

O projeto de revisão da lei sobre a energia, no âmbito do primeiro pacote de medidas apresentado na sexta-feira, prevê "desenvolver a produção anual da força hidráulica" e "fazer progredir outras formas de energia renovável".

Berna tenciona também autorizar instalações de produção fotovoltaica descentralizada para que os proprietários possam consumir a eletricidade que eles próprios produzem, devendo o excedente [de energia] produzido ser injetado na rede.



FONTE: Eficiência Energética
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Presenças do Ministro da Economia e do Emprego e do Secretário de Estado da Energia


2012-10-16

Confirmação das presenças do  Ministro da Economia e do Emprego  Prof. Doutor Álvaro Santos Pereira  e do Secretário de Estado da Energia Dr. Artur Trindade.


Presenças do Ministro da Economia e do Emprego e do Secretário de Estado da Energia


2012-10-16

Confirmação das presenças do  Ministro da Economia e do Emprego  Prof. Doutor Álvaro Santos Pereira  e do Secretário de Estado da Energia Dr. Artur Trindade.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

20 DICAS POUPANÇA ELECTRICIDADE E GÁS


2012-10-10
O acordo com a Troika implicou um dos maiores aumentos na factura da electricidade e no gás natural com o incremento do IVA para 23% nestes dois tipos de energia. O objectivo agora pela parte dos consumidores é diminuir o consumo de electricidade e gás natural optimizando as suas formas de utilização e aproveitamento, para assim não se sentir um elevado aumento na factura energética no final de cada mês. Apresentamos 20 dicas út..."">


20 DICAS POUPANÇA ELECTRICIDADE E GÁS


2012-10-10

O acordo com a Troika implicou um dos maiores aumentos na factura da electricidade e no gás natural com o incremento do IVA para 23% nestes dois tipos de energia.

O objectivo agora pela parte dos consumidores é diminuir o consumo de electricidade e gás natural optimizando as suas formas de utilização e aproveitamento, para assim não se sentir um elevado aumento na factura energética no final de cada mês.

Apresentamos 20 dicas úteis para manter as suas facturas de electricidade e gás estáveis, traçando planos de poupança que pode incutir a toda a sua família.

 

20 DICAS POUPANÇA ELECTRICIDADE E GÁS

1. Troque as lâmpadas incandescentes
Substitua as lâmpadas incandescentes e as de halogéneo. Com uma utilização média de cinco horas diárias, recupera o investimento em menos de seis meses, segundo os dados da TerraSystemics, consultora perita em Energia e Gestão de Carbono. De acordo com a Quercus, a troca por lâmpadas economizadoras permite que uma família poupe 2,1% no consumo de electricidade, ou seja, 84 quilowatts por hora (kWh) e 11 euros por ano.

A eficácia das lâmpadas fluorescentes tubulares é muito maior do que as incandescentes, pois produzem menos calor e a electricidade destina-se mais à obtenção de luz. São mais caras, mas consomem até menos 80%. As lâmpadas de baixo consumo são pequenos tubos fluorescentes adaptados a vários tamanhos, formas e suportes das mais comuns e a sua poupança permite amortizar o investimento antes de terminar o tempo de vida útil (entre 8 mil e 10 mil horas).

Não são recomendáveis para sítios onde se acenda e apague muitas vezes a luz, porque este comportamento reduz significativamente a sua vida útil.

Saiba como Poupar Energia e Dinheiro em Iluminação

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2. Acabou-se o “Standby”
O termo “standby” é empregue quando os aparelhos consomem energia sem que estejam a desempenhar a sua função. É fundamental desligar completamente televisões, computadores, DVD, carregadores de telemóveis, ou qualquer outro aparelho. A Agência Internacional de Energia, estima que o “standby” seja responsável por 5% da electricidade consumida numa habitação.

A Quercus simulou duas situações. A primeira é constituída por uma família que não faz nada para anular os consumos do “standby”: nunca desliga verdadeiramente a televisão, o DVD a aparelhagem, o computador, a impressora e o carregador de telemóvel. Ao fazê-lo, poupa 287,2 kWh e ano, ou seja 38,75 euros anuais. O segundo agregado já tem alguma sensibilidade ambiental para o consumo de energia e desliga, na ficha múltipla com corte de corrente, o DVD e a aparelhagem.

A televisão, o computador e a Power Box ficam em “standby”. Desligando-os, poupa 193 kWh por ano, menos 4,8% na factura de electricidade, ou seja, menos 26 euros por ano.

 

3. Divida o consumo pelo tempo
Com a tarifa bi-horária, paga quase metade do preço normal se utilizar os electrodomésticos nas horas do vazio, regra geral, entre as 22 e as 8 horas. Coloque as máquinas de lavar a trabalhar nesse período, bem como o ferro de engomar. Segundo os peritos da Quercus, uma família que tenha uma conta de electricidade de 540 euros por ano (45 euros por mês) e de gás natural de 300 euros anuais (25 euros por mês), consome em média 4 mil kW por ano.

Com a tarifa bi-horária, transfere parte dos consumos para a noite e fim-de-semana, sendo que o aquecimento e o arrefecimento à noite também entram na tarifa mais baixa. Consumir 40% da energia da sua casa na tarifa mais económica permite-lhe poupar 67 euros por ano.

 

4. Electrodomésticos classe A
Opte por electrodomésticos de classe energética A, A+ ou A++. Uma máquina de lavar roupa antiga a funcionar pode ser um rombo na carteira. Segundo a Quercus, se a trocar por uma nova, da classe A ou superior, pode poupar 420 kWh, isto é, 56,70 euros por ano. Com o frigorífico ou arca congeladora, é igual. Trocando o seu modelo antigo por um energeticamente mais eficiente (A+ e A++), além de poupar nos kWh por ano, também poupa nos custos: 47,2 euros.

Algumas famílias compram um frigorífico novo, mas não se desfazem do antigo, que fica ligado num anexo ou garagem da casa. Com este acto, “deita fora” 50 euros por ano. Cerca de 32% da electricidade consumida nas habitações portuguesas destina-se à refrigeração e congelação dos alimentos, segundo o Guia da Eficiência Energética da Adene. Um frigorífico classe A++ consome 2.956 kWh em 15 anos, o que equivale a 325 euros. Se tiver um da classe C, consome 8.130 kWh, ou seja, 705 euros.

Um electrodoméstico da G traduz-se num consumo de 12.319 kWh, ou seja, 1.355 euros. Optando pelo primeiro equipamento, poupa 569 euros em relação ao segundo e 1.030 euros em relação ao terceiro. As causas para a perda de frio devem-se ao mau isolamento (68%), aos alimentos (13%), à junta da porta (8%), às aberturas (7%) e a outros aspectos (4%).

 

5. Economize o seu frigorífico
Coloque o frigorífico num local fresco e ventilado, afastado de possíveis fontes de calor, radiação solar ou do forno. Limpe a parte traseira, pelo menos, uma vez por ano e descongele antes que a camada de gelo atinja os 3 milímetros de espessura. Com esta atitude, pode poupar até 30% no consumo. Deixe arrefecer os alimentos antes de os colocar no frigorífico.

Ajuste o termóstato para manter a temperatura de 5ºC no compartimento do frigorífico e -18ºc no congelador. Segundo os especialistas da Quercus, se abrir e fechar a porta muitas vezes, aumenta o consumo energético em 20%.


6. Loiça suja até encher a máquina
Cerca de 90% do consumo das máquinas de lavar loiça serve para aquecer a água, segundo o Guia da Eficiência Energética. Um electrodoméstico de classe A consome 2.544 kWh em 10 anos, o que corresponde a 280 euros. Outro da classe C consome 3.240 kWh nesse período e aumenta os gastos para 356 euros numa década.

A pior classe energética dispara para 4.920 kWh e 541 euros. Optar pela melhor etiqueta energética permite-lhe poupar entre 76 e 261 euros. A capacidade da máquina deverá ser coerente com as suas necessidades. Procure utilizá-la quando estiver completamente cheia, mas se tiver apenas meia carga, utilize programas curtos ou económicos.

Limpe frequentemente o filtro, porque uma boa manutenção melhora o comportamento energético. Mantenha os depósitos de abrilhantador e sal sempre cheios, pois reduzem o consumo de energia na lavagem e secagem

 

7. Sonda de água para lavar roupa
A maior parte da energia consumida pelas máquinas de lavar roupa (entre 80% e 85%) é utilizada para aquecer água, pelo que deve recorrer a programas de baixas temperaturas. Existem no mercado máquinas bitérmicas, com duas entradas de água independentes, uma para a água fria outra para a quente, mas estão pouco difundidas.

Utilizam o sistema de produção de águas quentes da casa, permitindo poupar 25% no tempo de lavagem, segundo os peritos da Adene. Opte por máquinas com etiqueta de classe A, aproveite ao máximo a sua capacidade e faça programas com cargas completas. As máquinas que têm uma sonda para medir a sujidade não renovam a água enquanto não for necessário.

Utilize programas de baixas temperaturas e o calor do Sol para secar roupa. Consome menos energia centrifugando do que utilizando uma máquina de secar roupa. Limpe regularmente as impurezas do filtro da e utilize produtos anti-calcário. Se tiver contratado a tarifa bi-horária, procure fazer máquinas apenas no período nocturno.

 

8. Centrifugar antes de secar
As máquinas de secar roupa dão jeito para Invernos chuvosos, mas são dos maiores consumidores de energia que pode ter lá em casa. A sua utilização deve restringir-se a situações em que as condições climatéricas não permitem a secagem da roupa ao Sol. Centrifugue a roupa antes de utilizar a máquina de secar.

Depois de uma centrifugação a mil rotações por minuto, existe um remanescente de humidade de 60%. Se a carga da máquina for de 6 quilogramas (kg) de algodão, no final, contém cerca de 3,5 litros de água a eliminar pela secagem. Centrifugando a roupa ao máximo, poupa energia durante a secagem. Esta pode ser feita por extracção, o que segundo os peritos da Adene é ineficiente, ou por condensação. Na primeira, o ar aq



FONTE: Portal Energia
SERVIÇO: Desempenho Energético
 

Eng José Basílio Simões e a eficiência energética na habitação


2012-10-09

Eng José Basílio Simões Presidente da ISA – Intelligent Sensing Anywhere irá trazer para a sua intervenção orientada para a eficiência energética na habitação o exemplo da Cooperativa Elétrica de Roriz.


Eng José Basílio Simões e a eficiência energética na habitação


2012-10-09

Eng José Basílio Simões Presidente da ISA – Intelligent Sensing Anywhere irá trazer para a sua intervenção orientada para a eficiência energética na habitação o exemplo da Cooperativa Elétrica de Roriz.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Mr Ulf Hedin na sua intervenção sobre o tema “Energia e Sociedade: Política Local, Eficiência


2012-10-08

Mr Ulf Hedin na sua intervenção na 4ª sessão subordinada ao tema “Energia e Sociedade: Política Local, Eficiência Energética (Empresas, Habitação e Transportes)” apresentará a cidade sueca Växjö, da qual é representante, como uma boa prática de uma cidade urbana europeia em termos de eficiência enrgética.


Mr Ulf Hedin na sua intervenção sobre o tema “Energia e Sociedade: Política Local, Eficiência


2012-10-08

Mr Ulf Hedin na sua intervenção na 4ª sessão subordinada ao tema “Energia e Sociedade: Política Local, Eficiência Energética (Empresas, Habitação e Transportes)” apresentará a cidade sueca Växjö, da qual é representante, como uma boa prática de uma cidade urbana europeia em termos de eficiência enrgética.



FONTE:
Projecto: CONGRESSO INTERNACIONAL
 

Intervenção em Elvas


2012-09-24

O projeto teve hoje um dos seus momentos de divulgação, com uma intervenção em Elvas e com a apresentação do resumo do Estado de arte da responsabilidade social empresarial em Portugal. Esta apresentação foi efetuada pela APME, parceira do projeto e teve o apoio da Carboneutral.


Intervenção em Elvas


2012-09-24

O projeto teve hoje um dos seus momentos de divulgação, com uma intervenção em Elvas e com a apresentação do resumo do Estado de arte da responsabilidade social empresarial em Portugal. Esta apresentação foi efetuada pela APME, parceira do projeto e teve o apoio da Carboneutral.



FONTE:
Projecto: CORE
 

Adjudicada a primeira auditoria


2012-07-15

Foi já adjudicada a realização da primeira auditoria a um dos parceiros do projeto (SAS IPVC) que terá inicio de imediato.


Adjudicada a primeira auditoria


2012-07-15

Foi já adjudicada a realização da primeira auditoria a um dos parceiros do projeto (SAS IPVC) que terá inicio de imediato.



FONTE:
Projecto: R.ED_ZERO
 

Transição para a Economia Verde pode criar 60 milhões novos empregos


2012-05-31
A transformação para uma economia mais sustentável poderá gerar entre 15 e 60 milhões de empregos, globalmente, nas próximas duas décadas, de acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho). A organização diz que a economia verde poderá ajudar a tirar milhões de trabalhadores da pobreza. Segundo o relatório Green Jobs Initiative, lançado hoje e que dá conta destes n&ua..."">


Transição para a Economia Verde pode criar 60 milhões novos empregos


2012-05-31

A transformação para uma economia mais sustentável poderá gerar entre 15 e 60 milhões de empregos, globalmente, nas próximas duas décadas, de acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho). A organização diz que a economia verde poderá ajudar a tirar milhões de trabalhadores da pobreza.

Segundo o relatório Green Jobs Initiative, lançado hoje e que dá conta destes números, todos estes números dependem “das políticas que sejam desenvolvidas” pelos Governos.

“O actual modelo de desenvolvimento já provou que é ineficiente e insustentável, não apenas para o ambiente como para as economias e sociedade. Estamos pressionados para investir no caminho do desenvolvimento sustentável, com um plano de políticas coerentes e que coloquem as pessoas e planetas no centro”, explicou o director-geral da OIT, Juan Somavia.

De acordo com o director-executivo do UNEP (Programa de Ambiente das Nações Unidas), Achim Steiner, o estudo realça que há milhões de pessoas que, através da economia verde, podem ultrapassar a pobreza e melhorar a sua vida e das gerações futuras. “É uma mensagem positiva e uma oportunidade para os vários desafios que os nossos líderes têm pela frente, à medida que se prepara para a cimeira Rio+20”.

O estudo conclui que metade da força trabalhadora global – o equivalente a 1,5 mil milhões de pessoas – será afectada pela transição para a economia verde. Quando esta altura chegar, oito sectores terão um papel central: agricultura, florestas, pescas, energia, sector transformador, reciclagem construção e transporte.

Ao longo dos últimos anos, dezenas de novos empregos têm sido criados devido ao desenvolvimento sustentável. As energias renováveis empregam agora perto de 5 milhões de pessoas, mais do dobro dos empregos criados entre 2006 e 2010. O sector da eficiência energética também está em alta, sobretudo na área da construção, um dos sectores mais afectados pela crise económica.

Só nos Estados Unidos, por outro lado, três milhões de pessoas estão empregadas no sector dos serviços ambientais. Em Espanha, há mais de 500 mil empregos verdes.

Conheça outros dados interessantes do Estudo

Na União Europeia há 14,6 milhões de empregos – directos e indirectos – relacionados com a protecção de biodiversidade e florestas.

Um investimento anual de €24,1 mil milhões (R$60 mil milhões) para reduzir a desflorestação e degradação das florestas – um investimento que está previsto, aliás – poderá criar 8 milhões de novos empregos a tempo inteiro nos países em desenvolvimento.

Experiências na Colômbia ou Brasil revelaram que a legalização e organização de 15 a 20 milhões de catadores pode ter um impacto económico, ambiental e social muito significativo.

Na Alemanha, o programa de renovação dos edifícios, por causa da eficiência energética, mobilizou €100 mil milhões (R$248 mil milhões) de investimentos e criou 300 mil empregos directos por ano.

As mulheres podem ser as maiores beneficiárias de uma economia verde e mais inclusiva, uma vez que terão um melhor acesso a empregos, por exemplo nas energias renováveis. Pode contar também com maiores salários, em particular na agricultura.



FONTE: Greensavers
SERVIÇO: Economia Verde
 

Validação do Scoring da Sustentabilidade arranca hoje


2012-04-13

As atividades de validação do Scoring da Sustentabilidade tiveram hoje o seu arranque com visitas a empresas. Ainda em formato não digital, o questionário está já totalmente concluído e permitindo efetuar uma abordagem às empresas de modo a avaliar a pertinência de cada questão, mas sobretudo o resultado que se pretende obter.


Validação do Scoring da Sustentabilidade arranca hoje


2012-04-13

As atividades de validação do Scoring da Sustentabilidade tiveram hoje o seu arranque com visitas a empresas. Ainda em formato não digital, o questionário está já totalmente concluído e permitindo efetuar uma abordagem às empresas de modo a avaliar a pertinência de cada questão, mas sobretudo o resultado que se pretende obter.



FONTE:
Projecto: CORE
 

III Encontro EFINERG - Produção e Utilização de Calor


2012-03-27
O Eng. Rui Martins deu diversos exemplos de métodos de melhoria da eficiência energética na produção e recuperação de calor na indústria de têxtil e vestuário. Em seguida o Eng. Artur Serrano do Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro, abordou a temática dos secadores e fornos utilizados nesta indústria. Ambas apresentações foram bastante interactivas denotando o interesse dos empres&aa..."">


III Encontro EFINERG - Produção e Utilização de Calor


2012-03-27

O Eng. Rui Martins deu diversos exemplos de métodos de melhoria da eficiência energética na produção e recuperação de calor na indústria de têxtil e vestuário. Em seguida o Eng. Artur Serrano do Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro, abordou a temática dos secadores e fornos utilizados nesta indústria. Ambas apresentações foram bastante interactivas denotando o interesse dos empresários presentes nesta sessão.

Local: CITEVE



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

II Encontro EFINERG - Gestão de Energia e Ecodesign


2012-03-15
Neste segundo encontro foi abordada a temática da gestão de energia e o design de equipamentos voltado para a poupança energética. Nesta sessão Carlos Gaspar abordou a temática de sistemas de monitorização e controlo e o LNEG fez uma intervenção ao nível do ecodesign aplicado a produtos consumidores de energia. No final da sessão houve tempo para um debate de ideias onde foram apresentados diversos casos pr&aacut..."">


II Encontro EFINERG - Gestão de Energia e Ecodesign


2012-03-15

Neste segundo encontro foi abordada a temática da gestão de energia e o design de equipamentos voltado para a poupança energética. Nesta sessão Carlos Gaspar abordou a temática de sistemas de monitorização e controlo e o LNEG fez uma intervenção ao nível do ecodesign aplicado a produtos consumidores de energia. No final da sessão houve tempo para um debate de ideias onde foram apresentados diversos casos práticos.

Local: IAPMEI - Lisboa



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Seminário “Acções Colectivas na Área da Energia” na Enervida 2012


2012-02-10
Esta iniciativa, a decorrer durante a Enervida 2012, no Pavilhão Multiusos de Viseu, irá servir para disseminar os resultados do projecto READI, e fazer um ponto de situação do projecto CORE, nomeadamente da iniciativa SmartShcools. Teremos também testemunhos de empresários envolvidos no projecto READI. Data: 10 Fevereiro 2012 Local: Viseu ..."">


Seminário “Acções Colectivas na Área da Energia” na Enervida 2012


2012-02-10

Esta iniciativa, a decorrer durante a Enervida 2012, no Pavilhão Multiusos de Viseu, irá servir para disseminar os resultados do projecto READI, e fazer um ponto de situação do projecto CORE, nomeadamente da iniciativa SmartShcools. Teremos também testemunhos de empresários envolvidos no projecto READI.

Data: 10 Fevereiro 2012

Local: Viseu



FONTE:
Projecto: READI
 

I Encontro EFINERG - Utilização da Energia Elétrica


2012-01-28

Nesta sessão falou-se da utilização racional da energia nas empresas, explicaram-se bons procedimentos e foram esclarecidas diversas dúvidas trazidas pelos participantes que ajudaram a enriquecer a sessão de debate.

A Carboneutral esteve presente nesta sessão, apoiando a moderação da discussão dos diferentes temas.

Local: AEP


I Encontro EFINERG - Utilização da Energia Elétrica


2012-01-28

Nesta sessão falou-se da utilização racional da energia nas empresas, explicaram-se bons procedimentos e foram esclarecidas diversas dúvidas trazidas pelos participantes que ajudaram a enriquecer a sessão de debate.

A Carboneutral esteve presente nesta sessão, apoiando a moderação da discussão dos diferentes temas.

Local: AEP



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Sessão de Abertura do Ciclo de Encontros EFINERG


2012-01-17

A sessão de abertura dos ciclos de encontros do projecto EFINERG reuniu diversas entidades e no auditório da AEP onde foram apresentados alguns casos de sucesso de aplicação dos diagnósticos do projeto EFINERG.

A Carboneutral, no âmbito da realização do estudo de Benchmarking internacional, apresentou nesta sessão as suas principais conclusões.

Local: AEP


Sessão de Abertura do Ciclo de Encontros EFINERG


2012-01-17

A sessão de abertura dos ciclos de encontros do projecto EFINERG reuniu diversas entidades e no auditório da AEP onde foram apresentados alguns casos de sucesso de aplicação dos diagnósticos do projeto EFINERG.

A Carboneutral, no âmbito da realização do estudo de Benchmarking internacional, apresentou nesta sessão as suas principais conclusões.

Local: AEP



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Seminário de Encerramento READI


2011-12-07

A iniciativa tem como objectivo realizar um balanço das actividades do projecto, nomeadamente da experiência efectuada junto de 40 empresas das regiões Norte e Centro - consulte o programa em anexo.

Data: 07 Dezembro 2011

Local: Aveiro


Seminário de Encerramento READI


2011-12-07

A iniciativa tem como objectivo realizar um balanço das actividades do projecto, nomeadamente da experiência efectuada junto de 40 empresas das regiões Norte e Centro - consulte o programa em anexo.

Data: 07 Dezembro 2011

Local: Aveiro



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial - Vila Real


2011-09-29

Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial - Vila Real

Data: 29 Setembro 2011

Local: Vila Real


Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial - Vila Real


2011-09-29

Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial - Vila Real

Data: 29 Setembro 2011

Local: Vila Real



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade em Edifícios para Habitação – Lousada


2011-09-28

Energia e Sustentabilidade em Edifícios para Habitação - Lousada

Data: 28 Setembro 2011

Local: Braga


Energia e Sustentabilidade em Edifícios para Habitação – Lousada


2011-09-28

Energia e Sustentabilidade em Edifícios para Habitação - Lousada

Data: 28 Setembro 2011

Local: Braga



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade no Sector Industrial


2011-09-13
Energia e Sustentabilidade no Sector Industrial

Data: 13 Setembro 2011

Local: Bragança


Energia e Sustentabilidade no Sector Industrial


2011-09-13
Energia e Sustentabilidade no Sector Industrial

Data: 13 Setembro 2011

Local: Bragança



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços - Braga


2011-07-01

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços - Braga

Data: 01 Julho 2011

Local: Braga


Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços - Braga


2011-07-01

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços - Braga

Data: 01 Julho 2011

Local: Braga



FONTE:
Projecto: READI
 

UERN - Ciclo de Seminários - Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística


2011-05-30

UERN - Ciclo de Seminários - Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística

Data: 30 Maio 2011

Local: Chaves


UERN - Ciclo de Seminários - Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística


2011-05-30

UERN - Ciclo de Seminários - Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística

Data: 30 Maio 2011

Local: Chaves



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços é o tema do último evento do Cic


2011-05-03

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços é o tema do último evento do Ciclo de Seminários Temáticos READI a ter lugar na Região Centro

Data: 03 Maio 2011

Local: Coimbra


Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços é o tema do último evento do Cic


2011-05-03

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços é o tema do último evento do Ciclo de Seminários Temáticos READI a ter lugar na Região Centro

Data: 03 Maio 2011

Local: Coimbra



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços


2011-02-10
O evento, ao qual assistiram cerca de 40 pessoas, contou com apresentações da RNAE, Amorim Cork, ESTGV e da Enterprise Europe Network. Houve ainda espaço para o lançamento público da ferramenta de autodiagnóstico READI, a cargo do CTCV, entidade responsável pela sua concepção. A finalizar, espaço para a intervenção do Professor Borges Gouveia, da Universidade de Aveiro, que a exemplo das ocasiões anteriore..."">


Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços


2011-02-10

O evento, ao qual assistiram cerca de 40 pessoas, contou com apresentações da RNAE, Amorim Cork, ESTGV e da Enterprise Europe Network. Houve ainda espaço para o lançamento público da ferramenta de autodiagnóstico READI, a cargo do CTCV, entidade responsável pela sua concepção. A finalizar, espaço para a intervenção do Professor Borges Gouveia, da Universidade de Aveiro, que a exemplo das ocasiões anteriores, encerrou o seminário com chave de ouro.

Data: 10 Fevereiro 2011

Local: Viseu



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços


2011-02-10

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços

Data: 10 Fevereiro 2011

Local: Viseu


Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços


2011-02-10

Energia e Sustentabilidade em Edifícios Públicos e de Serviços

Data: 10 Fevereiro 2011

Local: Viseu



FONTE:
Projecto: READI
 

Workshop EFINERG – Energia Competitiva do Sector Agroalimentar


2011-02-09
Neste último seminário de apresentação do projecto foram convidadas diversas empresas do sector agro-alimentar para virem conhecer melhor os pressupostos do projecto EFINERG. Foram esclarecidas as dúvidas dos empresários presentes, obtendo-se desde logo algumas inscrições para participação nos diagnósticos. Tendo em consideração que a Carboneutral irá efetuar os diagnósticos flash neste setor..."">


Workshop EFINERG – Energia Competitiva do Sector Agroalimentar


2011-02-09

Neste último seminário de apresentação do projecto foram convidadas diversas empresas do sector agro-alimentar para virem conhecer melhor os pressupostos do projecto EFINERG. Foram esclarecidas as dúvidas dos empresários presentes, obtendo-se desde logo algumas inscrições para participação nos diagnósticos. Tendo em consideração que a Carboneutral irá efetuar os diagnósticos flash neste setor, teve uma intervenção ao nível da apresentação do projeto e da abordagem à realização dos diagnósticos no setor.

Local: TecMaia



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Seminário sectorial – da Madeira/Mobiliário/Cortiça


2010-11-29
Realizado na Associação para o Pólo de Excelência e Inovação das Empresas de Mobiliário em Portugal neste evento procurou-se promover o projecto EFINERG junto das empresas do sector da madeira mobiliário e cortiça. Foi explicado o projecto, os seus objectivos e os métodos de diagnóstico procurando-se sensibilizar as empresas para a utilização eficiente de energia. Tendo em consideração que a C..."">


Seminário sectorial – da Madeira/Mobiliário/Cortiça


2010-11-29

Realizado na Associação para o Pólo de Excelência e Inovação das Empresas de Mobiliário em Portugal neste evento procurou-se promover o projecto EFINERG junto das empresas do sector da madeira mobiliário e cortiça. Foi explicado o projecto, os seus objectivos e os métodos de diagnóstico procurando-se sensibilizar as empresas para a utilização eficiente de energia. Tendo em consideração que a Carboneutral irá efetuar os diagnósticos flash neste setor, teve uma intervenção ao nível da apresentação do projeto e da abordagem à realização dos diagnósticos no setor.

Local: APEIEMP



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Seminário sectorial – Cerâmica


2010-07-14

Este evento teve como objectivo a divulgação do projecto EFINERG junto das empresas do sector da cerâmica e do vidro. Foram abordados diversos problemas já identificados neste sector da indústria.

Local: CTCV


Seminário sectorial – Cerâmica


2010-07-14

Este evento teve como objectivo a divulgação do projecto EFINERG junto das empresas do sector da cerâmica e do vidro. Foram abordados diversos problemas já identificados neste sector da indústria.

Local: CTCV



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Seminário sectorial – Têxtil


2010-06-18

Este seminário, realizado em Famalicão nas instalações do CITEVE, teve como principal objectivo sensibilizar as empresas do sector têxtil e vestuário para as questões relacionadas com a eficiência energética. Desta forma foi possível estabelecer alguns contactos de empresas que estariam interessadas em participar no projecto EFINERG.

Local: CITEVE


Seminário sectorial – Têxtil


2010-06-18

Este seminário, realizado em Famalicão nas instalações do CITEVE, teve como principal objectivo sensibilizar as empresas do sector têxtil e vestuário para as questões relacionadas com a eficiência energética. Desta forma foi possível estabelecer alguns contactos de empresas que estariam interessadas em participar no projecto EFINERG.

Local: CITEVE



FONTE:
 

Seminário sectorial – Metalomecânica


2010-06-17

Organizado pelo RECET e dinamizado pelo CATIM, neste evento debateram-se diversos problemas relativos à eficiência energética na indústria metalomecânica. Serviu também para aproximar as empresas deste sector do projecto, procurando obter a sua participação activa nas diversas acções desenvolvidas ao longo dos 2 anos do projecto.

Local: AIMMAP


Seminário sectorial – Metalomecânica


2010-06-17

Organizado pelo RECET e dinamizado pelo CATIM, neste evento debateram-se diversos problemas relativos à eficiência energética na indústria metalomecânica. Serviu também para aproximar as empresas deste sector do projecto, procurando obter a sua participação activa nas diversas acções desenvolvidas ao longo dos 2 anos do projecto.

Local: AIMMAP



FONTE:
Projecto: EFINERG
 

Seminário de lançamento do projecto


2010-04-26

Neste primeiro seminário foi apresentado o projecto e as diversas entidades participantes.

Este evento foi moderado pelo RECET e contou com a participação da AEP, IAPMEI e LNEG.

A Carboneutral esteve presente, tendo tido uma intervenção na apresentação das linhas orientadoras do projeto EFINERG.

Local: AEP


Seminário de lançamento do projecto


2010-04-26

Neste primeiro seminário foi apresentado o projecto e as diversas entidades participantes.

Este evento foi moderado pelo RECET e contou com a participação da AEP, IAPMEI e LNEG.

A Carboneutral esteve presente, tendo tido uma intervenção na apresentação das linhas orientadoras do projeto EFINERG.

Local: AEP



FONTE:
 

Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística


2010-04-07

Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística

Data: 07 Abril 2010

Local: Guarda


Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística


2010-04-07

Energia e Sustentabilidade no Sector dos Transportes e Logística

Data: 07 Abril 2010

Local: Guarda



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria


2010-03-25

Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria

Data: 25 de Março 2010

Local: Aveiro


Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria


2010-03-25

Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria

Data: 25 de Março 2010

Local: Aveiro



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria/Moldes


2010-03-18

Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria/Moldes

Data – 18 de Março 2010

Local – Marinha Grande


Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria/Moldes


2010-03-18

Energia e Sustentabilidade no Sector da Indústria/Moldes

Data – 18 de Março 2010

Local – Marinha Grande



FONTE:
Projecto: READI
 

Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial


2009-11-26

Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial

Data - 26 de Novembro 2009

Local – Covilhã


Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial


2009-11-26

Energia e Sustentabilidade no Sector Agro-Industrial

Data - 26 de Novembro 2009

Local – Covilhã



FONTE:
Projecto: READI